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Na panela
Nem “enfadonho” muito menos “imbecil”! O nosso queridíssimo Ombudsman e a maioria das pessoas que imaginaram que nós (isso mesmo, NÓS DUAS, meras calouras sorridentes e serelepes) não teríamos capacidade para lapidar um tema tão simples, tornando-o gostoso e divertido. E os textos são de autoria nossa não é uma questão de distinção entre os estilos e sim uma soma entre eles.
Muita gente, depois de ter visto e sentido as críticas, fez logo cara de quem comeu e não gostou. Então resolvemos aproveitar a situação e mostrar que esse tipo de comentário é como feijão, nem sempre a gente quer, só que sabemos o quanto é importante para nos deixar fortinhos.
É! Acho que o tiro saiu pela culatra e você se tornou a inspiração para essa matéria. Em solidariedade, a todos aqueles que foram duramente hostilizados por sua língua ferina, incentivamos a refrescarem suas mentes e, ao saborearem (com bastante apreço), lembrem-se que, “mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha”. E quanto ao algoz, sugerimos a ele que adoce suas palavras e chupe essa manga!!! E com esse calorão que está fazendo, resolvemos fazer você chupar a manga gelada!
Na semana em que resolvemos assinar essa coluna, tínhamos em mente dar dicas culinárias exclusivas aos universitários. Mas, por que exclusividade a essa classe? Bem, nos enquadrando a realidade estudantil brasileira, somos financeiramente desprovidos e, em maioria, retirantes. Só que acabamos percebendo que há outros grupos que se encaixam nesse perfil. Então democratizamos.
Afinal, quantas vezes você já não abriu a sua geladeira e se deparou com um enorme vazio existencial (no máximo uma garrafa de água, um ovo e aquela vasilha que você nem consegue lembrar mais o que tem dentro...) ou achar no armário o amigo de todas as horas: o Super Miojo! Calma!!! Não estamos prometendo extinguir o seu problema, mas podemos amenizá-lo. Nessa sessão, iremos ensinar a vocês a mágica arte de cozinhar. Primando a praticidade, baixo custo e, lógico, o sabor. E não poderia ter um produto mais apto para a estréia. Originária da América do Sul e, já na época do início da colonização européia, fazia parte da alimentação básica das culturas indígenas. A partir de então, passou a fazer parte da alimentação diária da maioria dos brasileiros, na forma de farinha. Não deixando para trás seu grande valor nutricional, rica em carboidratos e uma boa fonte de vitamina C e minerais como cálcio e fósforo. Conhecida por outros nomes (aipim, macaxeira...), a nossa querida MANDIOCA foi à eleita.