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Na panela
Êita! E começaram as festas juninas...
Época de festas, badalações, viagens para cidades interioranas, para curtir a data tradicionalmente, tempo de promessas aos padroeiros das festas, principalmente das moças “a espera de um grande amor”, e que em uma atitude desesperada, recorrem a Santo Antônio, colocando o santo na geladeira, afogando o pobre na água, e até roubando o filhinho do ...
Muita gente deixa para fazer aquela viagem todos ao litoral, na época do carnaval. Calor, praia, festas... Ô maravilha! E lá se vai toda família, como sempre todo ano, naquele aperto do carro, dormindo naquele colchonete fino, mosquitos parecem te carregar. No outro dia, lá vai você pra praia “tomar um bronzeado”, vira um camarão, pega insolação, enche de bolhas, sem contar a areia que adora invadir lugares, digamos “desconfortáveis”. A ressaca depois de um belo lual ou daquelas festinhas que de tão animadas, você bebe tanto até o ponto que nem se lembre aonde ela aconteceu. O pior é que sua mãe não vai esquecer disso tão cedo...
Suas férias acabam se tornando um pepino? Um grande abacaxi?
Aproveite!!! É sério!! Transforme o abacaxi em um artefato para subir seus pontos com sua mãe novamente.
Tipo assim, quase todo mundo já entrou na neura por se achar fora dos padrões estéticos estabelecidos pelo mundo fashion e cruel das celebridades. Aqueles quilinhos que insistem em te afastar dos corpos perfeitamente esculpidos da Gisele Bündchen ou Tom Welling... Esses modelos nem sempre nos servem como motivadores para o inicio de um regime e, sim, despertam uma indignação e uma revolta por a natureza ser tão ingrata, favorecendo tanto essa raça. Mas, fala sério, eles nem podem saborear tudo de bom que a vida, altamente calórica, nos proporciona. E sendo solidárias com alegria de todos e em resposta aos estereótipos dessa ditadura, celebraremos a gordura existente nos alimentos!!!
Essa receita é muito gostosa e muito simples, também. Uma grande amiga quis colaborar com a coluna e mandou pra gente esse mimo. Como ela mesma disse: “Essa receita pooooooooooooooooode!”, drª. Lorka – nutricionista muito bem conceituada – nos informou que esse ‘sanduba’ é constituído por carboidratos, lipídios, proteínas, lactose, licopeno, cálcio, vitaminas e, não sendo consumido freqüentemente, pode fazer bem, nem que seja ao o humor.
Não nos responsabilizaremos se houver algum desequilíbrio em sua relação com a balança. Não nos odeie por isso... Só queremos que, seu prazer seja eterno enquanto dure o sanduíche! E vale á pena, porque é uma delícia.
Certo, é muito provável que você esteja se preparando para mais uma familiar ceia natalina. Aquela tia que todos os anos te pergunta se já arranjou namorado (a), aqueles primos pentelhos que mexem sempre em suas coisas, deixando seus rastros, e não pode ser esquecido também aquele tio que, depois de 10 ou 15 taças de vinho, insiste em recordar da época em você era gorda (o), ou que chupava o dedo, ou quando acabou perdendo o biquíni ou sunga na piscina de algum clube. E, além de todas essas humilhações, você ainda tem que ceder sua cama pra sua prima antipática que tem nojo de tudo e nem fala com você. “É Natal! Deixe essas picuinhas de lado!”, sua mãe a todo o momento insiste em lhe lembrar que você tem que aturar tudo e de boquinha fechada (revoltaaaaaa!!!).
Mas, não deixe seu brilho ser ofuscado! Lembre-se das coisas boas.
A alegria que enche seu coração quando todos riem, mesmo que seja das desgraças alheias, quando você é abraçada, principalmente por aquele (a) primo (a) (...), quando recebe os presentes e, é claro, a comilança.
“Hohohohohow!”
Essa seria a reação do bom velhinho ao provar essa receita. É isso mesmo, o Papai Noel, ficaria muito impressionado com a inovação do tão manjado panetone.