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Êita! E começaram as festas juninas...
Época de festas, badalações, viagens para cidades interioranas, para curtir a data tradicionalmente, tempo de promessas aos padroeiros das festas, principalmente das moças “a espera de um grande amor”, e que em uma atitude desesperada, recorrem a Santo Antônio, colocando o santo na geladeira, afogando o pobre na água, e até roubando o filhinho do ...
Muita gente deixa para fazer aquela viagem todos ao litoral, na época do carnaval. Calor, praia, festas... Ô maravilha! E lá se vai toda família, como sempre todo ano, naquele aperto do carro, dormindo naquele colchonete fino, mosquitos parecem te carregar. No outro dia, lá vai você pra praia “tomar um bronzeado”, vira um camarão, pega insolação, enche de bolhas, sem contar a areia que adora invadir lugares, digamos “desconfortáveis”. A ressaca depois de um belo lual ou daquelas festinhas que de tão animadas, você bebe tanto até o ponto que nem se lembre aonde ela aconteceu. O pior é que sua mãe não vai esquecer disso tão cedo...
Suas férias acabam se tornando um pepino? Um grande abacaxi?
Aproveite!!! É sério!! Transforme o abacaxi em um artefato para subir seus pontos com sua mãe novamente.
Certo, é muito provável que você esteja se preparando para mais uma familiar ceia natalina. Aquela tia que todos os anos te pergunta se já arranjou namorado (a), aqueles primos pentelhos que mexem sempre em suas coisas, deixando seus rastros, e não pode ser esquecido também aquele tio que, depois de 10 ou 15 taças de vinho, insiste em recordar da época em você era gorda (o), ou que chupava o dedo, ou quando acabou perdendo o biquíni ou sunga na piscina de algum clube. E, além de todas essas humilhações, você ainda tem que ceder sua cama pra sua prima antipática que tem nojo de tudo e nem fala com você. “É Natal! Deixe essas picuinhas de lado!”, sua mãe a todo o momento insiste em lhe lembrar que você tem que aturar tudo e de boquinha fechada (revoltaaaaaa!!!).
Mas, não deixe seu brilho ser ofuscado! Lembre-se das coisas boas.
A alegria que enche seu coração quando todos riem, mesmo que seja das desgraças alheias, quando você é abraçada, principalmente por aquele (a) primo (a) (...), quando recebe os presentes e, é claro, a comilança.
“Hohohohohow!”
Essa seria a reação do bom velhinho ao provar essa receita. É isso mesmo, o Papai Noel, ficaria muito impressionado com a inovação do tão manjado panetone.
Na semana em que resolvemos assinar essa coluna, tínhamos em mente dar dicas culinárias exclusivas aos universitários. Mas, por que exclusividade a essa classe? Bem, nos enquadrando a realidade estudantil brasileira, somos financeiramente desprovidos e, em maioria, retirantes. Só que acabamos percebendo que há outros grupos que se encaixam nesse perfil. Então democratizamos.
Afinal, quantas vezes você já não abriu a sua geladeira e se deparou com um enorme vazio existencial (no máximo uma garrafa de água, um ovo e aquela vasilha que você nem consegue lembrar mais o que tem dentro...) ou achar no armário o amigo de todas as horas: o Super Miojo! Calma!!! Não estamos prometendo extinguir o seu problema, mas podemos amenizá-lo. Nessa sessão, iremos ensinar a vocês a mágica arte de cozinhar. Primando a praticidade, baixo custo e, lógico, o sabor. E não poderia ter um produto mais apto para a estréia. Originária da América do Sul e, já na época do início da colonização européia, fazia parte da alimentação básica das culturas indígenas. A partir de então, passou a fazer parte da alimentação diária da maioria dos brasileiros, na forma de farinha. Não deixando para trás seu grande valor nutricional, rica em carboidratos e uma boa fonte de vitamina C e minerais como cálcio e fósforo. Conhecida por outros nomes (aipim, macaxeira...), a nossa querida MANDIOCA foi à eleita.