Não há mais tempo. Abra a janela e as portas do guarda-roupa. Respire fundo e vasculhe o canto d’alma. Veja o sol. É imprescindível, e quase impossível, não sorrir.
Quase, mas não impossível. Impossível, sim, é esquecer o amarrotado do coração e a dor da ausência física. Não há mais tempo. É hora de abrir alma e coração e deixar que o amor guie no mais pleno vôo. É hora de abrir mentes para o entendimento fluir, afinal a vida não deixaria por menos.
Não pare. Retire as mágoas antigas, encaixote o rancor. Separe o mínimo necessário. Sinta o bem que faz. Lembre sorrisos e estrelas. Lembre alegrias e abraços. Abra também (por que não?) os olhos. Pessoas não são descartáveis e corações não são de papel.
Não acumule cemitérios, no entanto. Ande por eles, tente respirar. É absurdo e necessário esquecer os pés calejados e mirar nas nuvens. O vento sopra. Traz esperanças, novidades e canções. Escute. O coração fala alto, quase grita. Ele também merece sua atenção. Não há mais tempo.






‘ Lembre sorrisos e estrelas. Lembre alegrias e abraços. ‘
Aah! Minha doce Maricota…
Tão lindo seu texto!
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