*Por Antonio Vieira
Pela vida velejando
Qual nau desgovernada
Um porto procurando
De forma desesperada;
Sob a bruma do tempo
E das rajadas dos fatos,
Lutando contra o vento
Dos infortúnios desgovernados.
Sigo num inóspito viver
Despido de qualquer esperança
Querendo sem querer,
Vivendo da lembrança
Do que nem sei o que…








Comente!