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Adele: Longe de Amy Winehouse

Por Camila Queiroz Ler mais textos de Camila Queiroz
11 de novembro, 2008 | 5 Comentários

No dia 05 de maio de 1988, nasceu na Inglaterra, ela que é considerada, erroneamente, como a nova Amy Winehouse: Adele Laurie Blue Adkins. Seria melhor caracterizada, como se fosse uma versão, melhorada, menos rebelde, de Amy. Adele é doce, romântica, firme, sim, até se parece um pouco com sua conterrânea no que diz respeito ao seu caráter forte. Porém não se pode comparar o amor, o tipo de amor que transmite.

 

A voz marcante, grave de Adele faz fixar a música suave e as letras de um amor não correspondido ou impossível que canta em soul e jazz.  Com dezoito anos lançou seu primeiro disco e em meses ganhou os jovens britânicos. Virou a nova sensação. No Brasil ainda não é muito conhecida pelo grande público que não busca o que acontece pelo mundo a fora. Os jovens do Brasil que a conhecem, pelo fato de estarem mais ligados a rede mundial de computadores, começam a ter uma paixão por essa magnífica cantora.

 

Adele ganhou o Brit Awards, e afirma quando perguntada, que tem influências como a própria a quem tentam compará-la, Amy Winehouse, The Police e Billie Holiday, entre outros tantos muitos importantes em sua vida. Todos grandes nomes premiados da música mundial.

 

Suas mais famosas canções são Melt My Heart to Stone, Chasing Pavements, Daydreams e Hometown Glory, entre outras. Para aqueles que ainda não experimentaram ouvir Adele, vão em frente, não deixem pra depois, certamente não irão se arrepender. E assim irão poder dizer se ela é mesmo a nova Amy Winehouse.

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5 comentários »

  • 1

    Concordo plenamente, Adele é sem dúvida a correção das mazelas musicais de Amy Winehouse. A partir do momento que a comunidade brasileira passar a conhecer esta primorosa cantora, estou concivto de que se apaixonarão.

  • 2
    Bruno :

    A Adele realmente deve ser bem talentosa. Mas infelizmente não sei se ela seria um sucesso no nosso país, pois, o que vejo no Brasil atualmente são pessoas sem talento fazendo sucesso, enquanto pessoas dignas de serem reconhecidas não são nem citadas entre as principais personalidades nacionais. Enquanto à comparação com a Amy, concerteza ela é melhor, pois, quando alguém está no mais baixo nível como a Amy, é impossível ser pior!

  • 3
    Nany :

    Sempre vai haver comparações com cantores que já estão na midia, até mesmo pra poder tornar conhecido cantoras com Adele (que não conhecia ate hoje ao ler sua matéria) em relação a Amy Whinehouse boa parte do sucesso dela é devido infelizmente a esses comportamentos “estranhos” que ela tem, se essa menina seguir seus passos sem suas esquisitices concerteza será um sucesso, mais pelo talento do que pelas noticias a respeito da sua vida privada =x

  • 4
    Fabrício Persan :

    Bom… os “entendidos” de música realmente pronunciam que Adele seria uma nova Amy.
    Porém… a proximidade delas não são a vida de cada uma… seja com conturbações ou quietude, como explicitado no texto… mas o fato realmente em questão, em comum, são as suas vozes retrospectivas do canto negro. Amy tem uma voz muito mais black que Adele, até mesmo nas suas fortes atitudes no ato de cantar.
    Mas Adele trabalha muito mais a sua voz, subindo e descendo escalas, notas, mudando o percurso da melodia inusitadamente. Característica marcante nela.
    As influências do R&B e soul, numa pitada de rock a moda antiga, realmente as aproxima de certa forma.

    O texto poderia ser um pouco mais abrangente, abordando também outras vozes femininas e internacionais que ganham destaque, como Alesha Dixon, Duffy, Estelle, MAdeleine Peyroux, Ayo e Nneka.
    Apontando o vanguardismo que sempre acontece com as vozes femininas, no ramo da música.

  • 5
    Rodrigo Luz :

    Ei , concordo que no Brasil o que faz sucesso é ‘a falta de talento’. Na verdade sobra talentos brasileiros o que falta mesmo é a mídia introduzir em seu meio essas grandes vozes que possam representar o Brasil lá fora.
    É difícil encontrar um ritmo, estilo tão bonito ,raro e romântico como o da ADELE. O que tem em abundância aqui são as mulheres frutas que vendem revistas como cerveja. Isso tem que mudar.
    Viva as vozes Britânicas, um exemplo de sucesso pro Brasil!

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