Na verdade, sempre apreciei o sabor quente da iguaria (e sempre fui uma pimentinha também…), então resolvi desvendar os segredos desse sabor, para averiguar até onde iriam as semelhanças!
Existem várias espécies de pimentas, as mais conhecidas são pimenta de cheiro, bode, cambuci, comari, e, a mais utilizada, a malagueta. Geralmente são utilizadas em conserva no vinagre, azeite ou óleo.
A pimenta é responsável por liberar endorfinas, e as endorfinas funcionam como analgésicos naturais. E como muitos dizem por aí, a pimenta não é responsável por gastrites, nem úlceras, pelo contrário, estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas. É um poderoso antioxidante e antiflamatório, rica em vitamina C e betacaroteno (vitamina A), além de aguçar os sentidos de quem a consome. A reação provocada por uma pimenta aumenta o nível de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar (presente no chocolate e no sexo!).
Acelera também o processo digestivo, o que a torna aliada das dietas emagrecedoras.
O hedonismo relaciona-se facilmente com a pimenta, já que a seus entre os seus princípios faz-se presente a diretriz de que todas as ações podem ser medidas em relação ao prazer e a dor que produzem. Nada mais picante que o sabor de uma pimenta (prazer e dor beem juntinhos!).
Convenhamos, sobrepondo todos esses benefícios, aquele ardorzinho nos lábios deixa qualquer comida “porreta de boa”!






Lay, como sempre digo e repito, você é minha eterna pimenta!! gostei das informações =)
mensagens subliminares estão presentes… como sempre!! hauahuahuahhauhua….
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