O Revertério não consegue manter um bom nível. É difícil o site encaixar duas ou três semanas boas. Fica nessa alternância: uma semana com textos bons, uma semana com textos fracos. Essa semana foi a dos textos fracos.
Wilson não conseguiu escrever um texto tão bom quanto o da semana passada. O Jogo Rápido poderia, de fato, ter uma discussão relevante. Não teve. Teve apenas alguns breves comentários do autor. Mesmo assim, dá para perceber que Wilson gosta de política, então por que não aprofundar sobre esse tema relacionando com esporte? Com certeza, os textos seriam mais interessantes e reflexivos.
O De Casa teve um texto redigido por Mariana. E o De Casa foi o que sempre é. Bonito, reflexivo e simples. Nada que empolgue muito. Ao menos, pode-se dizer que Mariana, com o seu texto, não abaixou o nível do site.
Camila Teles na coluna Insinuando fez o melhor texto da semana, sem dúvida. O tema foi muito relevante e a entrevista, apesar de ter sido curta, foi boa. Se bem que a autora poderia explorar um pouco mais o entrevistado, por ser um nome com bastante conhecimento na área de TVs Universitárias.
O ComunicARTE poderia e deveria ter sido melhor. O assunto foi bem escolhido, já a execução não foi das melhores. Priscila começou o texto narrando sobre a vida de Cartola, sempre se utilizando de períodos longos que deixaram o texto muito confuso. E, como se não bastasse, a autora, do nada, começou a opinar, o que contribuiu para a piora considerável do texto.
O Fora de Casa teve um texto fraco também. Além de ter sido muito curto, foi desnecessário e não acrescentou nada de novo, como vinha sendo a tônica dessa coluna nas semanas anteriores.
O ComunicARTE teve outro texto, a diferença é que esse foi considerado pela editora-chefe um Destaque. Igor acertou no começo do seu texto, que tinha como propósito homenagear Machado de Assis. Infelizmente, foi só no começo. Se o texto tivesse apenas os dois primeiros parágrafos, não seria ruim. Igor se perdeu totalmente ao criticar nomes relevantes para a cultura brasileira. Não gostar da obra ou do pensamento de nomes consagrados é um direito de Igor, sem dúvida. Mas é obrigação dele, principalmente como estudante universitário, ou seja, pessoa aparentemente esclarecida, respeitar tais nomes. Sinceramente, a necessidade de polemizar que Igor tem prejudica demais os seus textos.
Entre a superficialidade e a polêmica desnecessária, o Revertério ainda tem de melhorar muito. A irregularidade se faz presente nesse momento do site. Mas isso é normal. A equipe é jovem e tem direito de errar. E os erros são importantes para o crescimento. Assim espero.





Esse ombudsman tá pegando o espirito de ombudsman!! :D
Esse ombudsman tá pegando o espirito de ombudsman!! :D [2]
Ótimo texto!
Melhor do que o outro ombudsman!!
Parabéns, mas troca a foto!!!!!!
Bom texto, sir ombudsman. Só uma coisa: os pensamentos sobre os “nomes consagrados” é uma verdade opinativa. Não é apenas para polemizar.
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