O Revertério se deu uma folga. Os aspirantes à jornalista gastaram toda a munição na semana passada. O ombudsman não teve muito trabalho. Ou teve trabalho até demais.
A editora-chefe, apesar do enorme comprometimento, falhou. Se o site falha, ela também falha. A maioria das colunas não foram ao ar, por motivos que ainda não sei. O Revertério parece ter fechado para balanço ou qualquer coisa do tipo. Cadê o compromisso, pessoal?
Então terei de falar dos textos que foram publicados, em quatro curtos parágrafos.
O Jogo Rápido teve um texto novamente genérico, falou até de Fórmula 1. Eu vou insistir na crítica. Wilson, não prometa se não for cumprir. Cadê o regionalismo do Jogo Rápido? Ficou novamente um resumão chato do que aconteceu no fim de semana.
O Controverso cumpriu o seu papel de debater temas polêmicos. O autor, Igor Luz, sabe como fazer textos polêmicos. Com uma série de códigos interessantes, Igor falou o que todo mundo sabe que ele falaria. Os códigos de nada serviram para quem conhece, um pouco que seja, o pessoal do movimento estudantil ou o autor do texto. Vale ressaltar que o site (como um todo) nada tem a ver com as opiniões dos autores, por isso não cabe ao ombudsman discutir ideologia ou coisa parecida.
O Histeria teve seu segundo texto publicado. A coluna é bastante divertida e dessa vez foi a chance de dar voz às mulheres, com o depoimento de Srta. F. Confesso que não tem nem como avaliar o texto dessa coluna. Os textos são assim mesmo, informais ao extremo. Servem para entreter o homem e a mulher que, por acaso, possam se espelhar nos personagens e em seus contos.
O Informando foi o que se espera dele, apenas uma coluna que informa. O texto nada teve de mais nem de menos. Com um lide adequado, foi uma nota jornalística.
O ombudsman ficou decepcionado, por isso não criticou. Mas iria criticar o quê? Tomara que essa pausa na publicação de textos tenha sido para uma reflexão. Ou quem sabe a equipe do Revertério tirou férias e não me chamou. Isso está com cara de complô.
Malditos jornalistas que não gostam de trabalhar, depois ficam reclamando da profissão…





Ebaaaa!!!
Comecei a sentir a presença do novo Ombudsman se despontando…
;D
Eu não tirei férias. Ao contrário. Trabalhei essa semana. Lays tirou férias.
Sr. Ombudsman, ser chamado de polêmico a essa altura da minha vida estudantil… Minha professora chata de redação me chamava assim… hahahaha
Gostei do texto.
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