Liberdade…
Um belo tema para uma discussão sócio-política. Será que realmente existe a plenitude da liberdade? Até que ponto os países, as pessoas, as culturas, são livres? A margem para questionamento se estenderia por várias matérias como essa. Além do mais, eu estaria fugindo totalmente do que me é cabível escrever nessa coluna. Só que não me contive em me manter totalmente afastada. Em meio a tantos fatos ocorridos essa semana (comemoração do dia 07 de setembro, manifestações na cidade, para as reivindicações dos estudantes da UESB e do CEFET, aproximação das eleições municipais – que de certa forma envolve a liberdade, tanto por parte dos candidatos, em expor seus planos, quanto por parte de nós eleitores, livres nas nossas escolhas, que estamos sempre em busca de melhorias na nossa comunidade) e seguindo a sugestão da nova editora-chefe do Reverterio, Camila Teles, resolvi fazer uma associação entre os temas: culinária e política social – mais especificamente tentando visualizar a liberdade.
Claro que não vou fugir do estilo “Na panela” de ser (porque pela minha experiência de vida, acho que cozinha é um lugar muito mais propício a causar boas gargalhadas), apenas incrementarei nessa matéria algo de reflexivo.
Estamos sempre clamando pela mudança, por melhores condições de vida… Mas, com o que estamos contribuindo para que isso ocorra? Sabia que enquanto você desperdiça comida ou água, milhares de pessoas morrem por falta desses recursos? Não é que eu esteja tentando lhe convencer a pagar um lanche para todas as pessoas carentes, ou comer as sobras estragadas do seu almoço, ou evitar tomar banho todos os dias, não é nada disso! Só que para nos tornarmos livres de várias mazelas que assombram a nossa sociedade, temos que estar recheados com um ingrediente fundamental, consciência.
Porque, por mais que lutamos em busca, ninguém quer ser totalmente livre. Faz parte da natureza humana se socializar, é preciso interação entre as pessoas para haver vida, devemos manter distância dos sentimentos mesquinhos, da individualidade que cerca e cega o homem. E por mais utópico ou piegas que soe, eu quero, sim, fazer parte da mudança do mundo.
E como diria minha avó: “Saco vazio não pára em pé!”. Para participar de uma (r)evolução, é necessário estar bem alimentado! E nada mais característico na representação da força alimentar que o nosso amigo de cada dia, o feijão. Já que ele, sozinho, fornece de 10 a 20% das necessidades de adultos para uma série de nutrientes, segundo Embrapa.
MEXIDO DE FEIJÃO
- - Ingredientes:
- · Feijão cozido que ficou do almoço ou do jantar
- · Cebola e pimentão (picados)
- · Farinha de mandioca
- · Óleo para dourar o tempero
- - Modo de preparo:
- Numa panela, doure a cebola e o pimentão. Acrescente as sobras de feijão e misture bem, até esquentar. Depois, retire a panela do fogo e misture lentamente a farinha de mandioca, até engrossar o feijão . Tampe a panela e leve ao fogo por mais 10 minutos, mexendo de vez em quando.
Bom apetiteeeeee!





Ameeeeeeeiiiiii! e é isso msmo! mudanças são sempre boas!! Adorei Lay!
Lay!!!!!!!!!!
parabens,e de consciência que
precisamos!!!!!!!!lutar por um mundo melhor é obrigação de
todos!!!!!!!!!e claro aliando bem ao tema da coluna!
Lay!!!!!!!!!!
parabens,e de consciência que
precisamos!!!!!!!!lutar por um mundo melhor é obrigação de
todos!!!!!!!!!e claro aliando bem ao tema da coluna!
uhuuuuuuuuuuuuuuu
arrasou
Isso mesmo, Lay :) E uma boa escolha, afinal de contas… “O preço do feijão não cabe no poema.”
Para participar de uma (r)evolução, é necessário estar bem alimentado!
óóóótimo!
;)
Muitoo boom Laay !!
Isso mesmo, consciênciaa… e claro o bom e velho feijão pra dar “sustância” . hehe
=D
Comente!
Enquete
Eventos
Mais recentes
Comentários recentes
Mais lidas