“O ombudsman foi, definitivamente, afetado pelo espírito olímpico.”
Talvez seja o espírito olímpico. Talvez o resultado de grande esforço. Mas o fato é que os textos desta semana preenchem os requisitos mínimos de qualidade. São claros, concisos, elucidativos e realizam a tarefa a que se propõem.
A coluna esportiva de Escudero conseguiu manter o padrão das últimas semanas. Poderia, caso dispusesse de maior espaço, desenvolver um pouco a crítica. O argumento apesar de correto, soou um tanto “batido”. É preciso sair do discurso ou, ao menos, adentrar suas raízes. Decerto, os jogos olímpicos representam um microcosmo de uma geopolítica conflituosa, talvez sem a mesma atmosfera bélica da vida real.
O povo brasileiro, de fato, não desiste nunca, conforme diz a propaganda do governo. Entretanto, mesmo para quem não se entrega, o esforço por si só não é capaz de tudo realizar. É preciso estrutura, planejamento, fomento e seriedade. O nosso povo tão alegre padece do imediatismo de nossas políticas populistas. Neste ponto, entra o aspecto educacional. Vide o sistema norte-americano que, embora não seja perfeito, consegue aliar ensino e esporte com harmonia. O resultado não pode ser diferente: muitas medalhas, principalmente de ouro.
Curioso ainda notar a postura de nossos atletas e do nosso povo. Os primeiros, quando da derrota, declaram-se culpados e imploram perdões. O povo, por sua vez, não raro esquece da dimensão do esforço diário de cada um desses atletas. Nem só de medalhas é feito o vencedor. No saldo final, devemos todos pedir desculpas por não ocuparmos, ainda, o degrau do pódio que gostaríamos de ocupar. Mas desculpas só não bastam. Menos desculpas, mais ação.
Jamille escreveu um poema singelo. Precisa melhorar muito na técnica e na rima, mas não deixemos passar em branco a sua sensibilidade. O simples fato de meditar a respeito da felicidade já é um bom começo. Técnica se aprende. Sensibilidade, não. Ter sensibilidade é o essencial para todo poeta ou poetisa. Jamille a possui.
O bolinho olímpico me parece apetitoso. Mescla um pouco de história, culinária e soft humor. E mais: conta com todas as suas informações nutricionais indispensáveis à mostra para o consumidor. Uma boa sacada. Coluna objetiva, com o humor no tom certo e informações necessárias.
Deixei Diego Ribeiro para o final. Por quê? Pois o texto está bem escrito e salienta aspectos importantes. O mais importante deles: seja enfermeiro ou enfermeira por gostar de sê-lo e não por uma questão meramente remuneratória. É bem verdade que Diego apenas nos reporta a opinião alheia e nada acrescenta de crítica. Entretanto, mesmo para resumir uma opinião é preciso o mínimo de competência que, por sinal, o autor teve.
Como estamos em um momento especial, the gold medal goes to…. REVERTÉRIO. Essa semana galgamos mais um degrau.
…





Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!!
Thank you!
Tô até com medo dessa nova fase do Ombudsman…
=D
noooossa!!! nunca vi o ombudsman desse site tão gentil…
sou capaz de dizer que o caro senhor da ironia Igor Luz está enamorado…
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