Sim, essa é mais uma dessas matérias que critica os conquistenses que não vão à eventos culturais… Mas especialmente os estudantes de comunicação. Eles mesmos! Os futuros jornalistas!
Me pergunto o que será de nós, pois acredito que esse é o público que deveria ser mais atingido. E quem considera “rala a tcheca (?) no chão” cultura, que atire o primeiro cd de arrocha. Particularmente, não acho que quem “compôs” pensou em valores culturais.
Então lá fui eu, pesquisar entre meus coleguinhas futuros comunicólogos: 70% responderam que freqüentam esses eventos alternativos no máximo cinco vezes por ano! Enquanto 35% vão a festas (de camisa, bloco… enfim) de cinco a mais de 10 vezes no mesmo período.
Lembro de chegar à faculdade e encontrar criticas de uma turma a outra sobre estarem se formando para serem jornalistas da MTV… Deus ajude que cheguem ao menos na MTV e não as colunas de festas da revista CARAS.
Devo lembrar que não aprendemos apenas na faculdade… Há muito mais depois dos portões da UESB. Temos que fazer o “dever de casa”. Participar! De nada adianta técnica sem experiência. Que venham as festas, mas que não esqueçamos os teatros, os encontros e eventos, e os cinemas, se não logo teremos nas entradas plaquinhas “Procura-se jornalistas”.







À critica ta super interessante se ouvesse mentes brilhantes..como essas séria mais um valor moral e ganhariamos pontos..axei muito realista e passa palavras verdadeiras..
ta show e mereçe..aplausos..
Eu penso que “cultura” vai além disso que você limitou no texto.
Como eu te disse hoje durante a manhã que era difícil você encontrar uma pessoa que consegue ir a 20 peças ano em Conquista, pois até o ano passado o teatro continuava muito desvalorizado, vê-se pelo próprio Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. Eu acho que esse tipo de avaliação tem que levar muitas coisas mais em consideração.
Apesar de discordar em certos aspectos, respeito muito a sua opinião. E entendi a idéia! Apoio quando diz que os futuros jornalistas devem valorizar mais essas manifestações e tal, mas não são só eles; são os conquistenses no geral.
A realidade as vezes nos assusta. Mas certas horas é pra isso que serve o discurso da moralidade e a percepção da hipocrisia, que faz com que enxergemos que o caminho não é só endeusar os passos já traçados de dentro de uma universidade limitada, mas sim o de haver o diferencial que cada um pode fazer por si e para o mundo.
Aproveitem enquanto ainda tem tempo de mudar.
Por que a mediocridade está solta.
Parabéns pelo texto “JORNALISTA”!
Eu atiro o primeiro cd então. Pra mim, “Rala tcheca no chão” e o que mais quer que seja é, sim, “cultura”. Não gosto deste tipo de música, mas não o excluo de algo que ele simplesmente é, por ser produto cultural. Quando alguém produz algo não precisa pensar quais são as mensagens que serão carregadas com isto para que seja reflexo do meio no qual vive. Ao menos para mim, isso que é cultura: a representação de uma sociedade, de seus costumes e valores, que pode ser passada através de ritos, músicas, literatura, etc.
Ao meu ver, é erradíssimo, principalmente para os atuantes nas áreas das ciências sociais, excluir os valores da cultura “do povo”. O que muitas pessoas desconsideram é, simplesmente, o que é produzido por aqueles com menos estudos. No entanto, é necessário que saibamos corresponder as formas de expressão com as diferentes realidades vividas. Talvez aos cantores de “rala tcheca no chão” pouco interesse a política dos versos de Chico, porque a política está distante deles, aparentando não fazer parte do contexto social em que vivem, enquanto a dança e a sensualidade/sexualidade é fator do cotidiano.
A qualidade não é pode ser medida de verdade, porque o “eruditismo” que tomamos tanto como padrão não faz nem lógica em alguns setores sociais… A gente não pode - e nem tem o direito - marginalizar as culturas como fizemos com a população. Não podemos confundir os conceitos, não queremos criar mais favelas.
Emilãine Iemai!
É muito bonito da sua parte defender o conceito de cultura como um todo. Sem exclusão e com moralidade. Porém, o padrão de cultura que foi colocado em questão, requer um certo tipo de consideração.
Toda forma cultural deve ser aceita ou não pela a sociedade. E além disso, também existe algo que chamamos de “liberdade de expressão”, a qual eu vejo no texto com vigor e espanto, pois se trata de um critica construtiva, apesar de um ter um teor perjorativo inicialmente.
Entretanto, espero que veja por esse lado. Pois existem diversas formas de se expressar e de se interpretar as coisas. Talvez tenha sido esse texto um dos mais lúcidos que já li aqui no site, pois se trato de algo que sai da entranhas de quem vive e viverá essa realidade.
E a marginalição por si só já é uma cultura, porque provem de um desfavorecimento social e aceitável até então como uma das bases da pirâmide da sociedade. Assim sendo, não podemos excluir nada do que se diz respeito a “cultura”. Mas sim, aceitar ou não, a opinião sobre o que lhe vai ser útil.
Realmente como Emi falou de uma forma ou outra o ” rala tcheca” é uma forma de cultura, não que agrade a grande maioria até por que esse tipo de “cultura” é da grande maioria das massas
que justamente não tem acesso a teatros e eventos digamos mais cuturais, até por que aqui em Conquista são poucas as vezes que
tem peças de teatros e eventos cuturais do genero, ao contrário das festas de camisa que todo mês tem uma diferente, e a divulgação de muitos desses eventos acabasendo o boca a boca diferente das festas de camisa que tem uma superdivulgação, justamente pra atingir o alvo que eles tem intenção de atingir, a massa, que muitas vezes prefere o rala tcheca (!) ;D
A formação do jornalista vai além de gosto musical, artístico ou cultural, como foi referido no texto. A consciência e vivência no mundo real influi bem mais do que isso. E viver num mundo cercado por estereótipos impostos pelos países desenvolvidos e produtores de revistas para jovens, como a Capricho e cia. ltda., não é referencial. Se cultura for viver seguindo tendências impostas pela burguesia, realmente estou descontextualizada. Concordo que realmente é pequeno interesse dos conquistenses, como um todo, na valorização do teatro e cinema, mas achei infeliz a colocação “Deus ajude que cheguem ao menos na MTV e não as colunas de festas da revista CARAS.”. Porém, sei que o site é opinativo e a autora tem a mobilidade de desenvolver o tema da forma que deseja.
É fácil fugir de eventos culturais. É só pôr a culpa na mídia! Muita gente nem fica sabendo de shows e peças e afins, e confesso que, por mais clichê que soe, a “propaganda é a alma do negócio”. A divulgação é tão importante quanto o espetáculo em si.
E antes de finalizar, gostaria de parabenizar pelo texto! Claro e conciso, e um conteúdo digamos um tanto quanto polêmico na mais pureza do sentido. Bem jornalísitico.
Então vamos todos escutar Zeca Baleiro cantando “Vai Lacráia”.
Isso sim é cultura!
Interessante, talvez aprendam até mais fora da faculdade, se deparando com os problemas da vida real.
Não se deve ficar limitado
Que cultura de verdade que Conquista nos proporciona? Aberturas de site em cafés? Encontros de Comunicadores em cafés e livrarias?Peças de Mary Marry no Centro de Cultura? Acho que o termo cultura ficou um pouco restrito em suas palavras!Cultura é muito mais do que isso.Cultura é o que vemos nas ruas, o que falamos, escutamos e produzimos. A cultura tem várias vertentes, inclusive as que não apreciamos.Já que é para aprender alguma coisa, aprenda isso.
Eu concordo e pra estimular as futuras comunicólogas, vou fazer um encontro sobre cultura moderna no Verona espero vocês la, eu sozinho… O_O
e todas as comunicólogAs… vai ser ótimo prometo!!!!!! ;)
aweghiuwaheiuahwuiehawuiehiuawheuiawheiuawheiuhwaiuehawiue
“Uéumuémuémuóimmmmm” (Som de guitarra)
Tenho que admitir que a ideia do texto é brilhante.Porém mal desenvolvida, vc não pode afirmar que “rala a tcheca no chão” não é cultura, afinal cultura é tudo aquilo que esta relacionado a praticas e ações sociais que seguem um determinado padrao, se refere a comportamentos e valore, nada mais nada menos que valores morais que permaiam uma determinada sociedade, memo que esses valores não estejam de acordo com os seus. Não menospreze os profissionais que trabalham na revista CARAS porque eles são de fundamental importancia dentro da sociedade e muito capacitados SEM DUVIDAS, não é qualquer pé-de-chinelo que entra ali, com esse pensamento vc afirma que apenas as revistas voltadas para temas “serio” são importante. Esse é um traço de animalidade.
Algumas dicas para Ellen: procure ler um pouco sobre o que é cultura e aproveite para fazer as perguntas “cultura para quem?” e “útil para quem?”. Aconselho dar uma passadinha (ou revisada) nas disciplinas Sociologia e Metodologia, elas servem para evitar o preconceito sobre o “rala tcheca” e sobre os jornalistas da revista Caras (além de ensinar a fazer pesquisas legítimas). Jornalismo preconceituoso é muito mais merecedor de críticas do que um Jornalismo desinformado.
Não sou jornalista nem moro mais em Conquista para saber como anda a freqüencia cultural daí (nem sobre festas de abadá nem sobre peças), mas sei que antes de apontar dedos e críticas a alguém ou a algum grupo, devemos fazê-lo para um espelho.
E por último, mas não menos importante, revise seu texto antes de publicar. Se está com preguiça de dar uma olhadinha na Gramática, passe-o pro Word e utilize a ferramenta de verificação gramatical, ok? Senão fica complicado dar crédito à autora e ao texto.
Abraço.
É aquela famosa chance de ficar calada e que pouca gente aproveita! Pecou em quase 90% do texto. E o mais engraçado é que eu te vejo pouco ou nunca em peças de teatro e cinema!
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