Eu já li A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, umas quatro vezes. É verdade. Melhor reler incansavelmente Clarice do que ler qualquer lançamento de Paulo Coelho. Clarice é crua, direta. E, segundo Schopenhauer e eu, escrever é a arte de cortar palavras. Mas vou ter que assumir em público. Chega a ser vergonhoso, mas é a verdade: eu só fui entender a mensagem de A Hora da Estrela, no último dia 24, véspera de natal.
Todo fim de ano minha mãe e minhas tias fazem feiras para doar aos pobrezinhos da cidade. Por uma insuperável falha de caráter, sempre recusei a acompanhá-las nessas ocasiões. Não é que eu recrimine a bondade alheia. Nada disso. É que deve ser extremamente enfadonho ficar recebendo milhares de abraços e congratulações em agradecimento. Sempre fico encabulado nesses momentos. Este ano, porém, abandonei meus piores temores e lá fui eu para bairros com nomes exóticos como Cachorro Sentado e Nações Unidas. Eu estava certo: os meninos sujos abraçam insistentemente. Eu estava certo mais uma vez: não foi nada divertido, apesar de bastante proveitoso. Pude resolver uma pendenga literária de anos atrás. Entendi, finalmente, porque eu gostava tanto de Clarice Lispector e desprezava Guimarães Rosa.
Quando o tal Rodrigo S. M. cruza com Macabéa pela rua é tomado por uma mistura de piedade, culpa, afeto, desespero e desprezo. Eu também senti tudo isso. Macabéa nada tem a dizer, nada tem a pensar: “sua vida era uma longa meditação sobre o nada”. Igual aos pobres que conheci. Limitam-se a inspirar e expirar. Macabéa é virgem, má datilógrafa, sonha em se casar, é abandonada, consulta cartomante e morre atropelada. Só isso? Só. Os habitantes do Cachorro Sentado, em sua maioria, são analfabetos, desempregados, doentes, banguelas. Não tem nenhum fato relevante na vida desse povo. Guimarães Rosa enfeita a pobreza. Lendo seus livros, a vontade que se tem é abandonar tudo e ir morar no sertão mineiro. Clarice Lispector, não. Para ela, a pobreza é “feia e promíscua”. Usa uma linguagem embrutecida, descarnada, que reflete a nulidade de Macabéa, sem manchar “com palavras brilhantes e falsas uma vida parca como a da datilógrafa”. Macabéa não é folclore, não é cordel, não pertence ao universo mítico do Nordeste. Ela é como deveria ser: um ente de todo supérfluo. Um pária.
Quando pensei que tinha acabado toda a visita, fomos parados por um menino que não ultrapassava 10 natais. No colo, um bebê. Pediu-nos dinheiro para comprar um remédio qualquer. Ele tentava convencer, fitando-nos com ar de desamparo. Sua mãe espera o resultado da cena do outro lado da rua. E, de repente, sem que ninguém me avisasse, sinto um aperto no peito. Nada pior do que um frágil carregando outro frágil. Fiquei preocupado em perder a compostura. Fiquei preocupado que lágrimas rolassem. Dei-lhe logo o dinheiro. Por um momento fico agradecido ao menino, porque ele me fez pensar que tenho um pouquinho de sentimento. Que tenho a capacidade de me apiedar. O que está acontecendo comigo? Eu? Sempre tão objetivo e prático. Nunca levado pelos sentimentalismos ordinários. E comecei a esbravejar contra os “outros”. Quem são esses “outros”? O governo, a sociedade, os endinheirados (bem mais do que eu). E percebo que também faço parte dos outros. Fico indignado.
Alguns minutos depois, encontro meus amigos. Vou tomar uma cerveja. Quero esquecer o rosto do menino. A pobreza é feia e promíscua. Guimarães Rosa tentou nos enganar. O dinheiro que dei ao menino vai fazer falta na hora de pagar a conta do bar. Quase me arrependo. Quase.






Os meninos abraçam mesmo. Sequer deixam vc dar um passo. Sob este aspecto, o auxílio aos necessitados produz em quem ajuda uma sensação incrível. Você é uma espécie de Deus para aquelas pessoas.
O texto do Igor chama a atenção para um fato relevante: não basta ser solidário ; é preciso entender a solidariedade. E é preciso abandonar antigos conceitos.
Igor, meu chapa, Clarice Lispector era doida demais. Hermética, como ela mesma se intitulava. Procurem uma entrevista dela do final dos anos 70 no youtube. Parece que ela veio de outro planeta. Não é demérito algum não entender o que ela diz. Suspeito que nem ela mesma tinha um significado unívoco para todos os seus escritos.
Glückliches Neuen Jahr!!!
O texto está a sua cara. Está muito bom, embora tenha a certeza de que vc ainda consegue fazer melhor.
Também devo destacar os textos interessantes da moça com carinha de “boa menina”. Ela faz lembrar, realmente, Jabor. Aquele texto quotidiano, meio debochado, light, reclamão e irônico( eu disse irônico, não sarcástico).Jabor era meu ídolo na 7a série. Agora não é mais, porém, não deixa de ter sua qualidade.
O mais maduro de todos os textos. Mostrou conhecimento e agilidade com opiniões. Conseguiu misturar Clarice Lispector, Schopenhauer, Guimarães Rosa. Conseguiu até debochar do Paulo Coelho, com estilo. A coluna de Ígor Luz desarma tudo em que acreditamos. É hora de parar de assistir a coisas do tipo A Pedra do Reino.
Dessa vez, caro Ígor Luz, você não deixou espaço para as críticas.
por um momento axei q vc tivesse coração!
huahauha
mas no final… sei naum viu?
rs
A boa, diria até ótima, redação não salvou a visão de um menino que cresceu tomando Todinho e assistindo Angel Mix.
A pobreza lhe causou reações adversas porque vc não a conhecia nessa intensidade.
Será que os pobres são ingênuos? Será que os abraços são sinceros? Será que o menino estava com a criança no colo por mero acaso? Será que os pobres não tomariam o seu lugar se tivessem oportunidade?
Acho que alguém não entendeu direito o texto…
Desculpe-me, mas vc tenta ser engraçado e não consegue. Você tenta demosntrar erudição e se perde. Como sempre, vc consegue se superar. Cada texto pior do que o outro. Só posso lamentar!
você é um fiasco como jornalista (projeto)
Nada pior que um hipócrita escrevendo isso sim!!!
Eu gosto da forma como Igor escreve…consigo me divertir lendo os textos dele..
Quanto ao conteudo, realmente é uma merda (não esse texto)….e isso eu deixo bem claro quando comento os textos dele..me revolto porque acho que ele apelas as vezes. Fala mal de textos que considero bons, e critica as pessoas sem base nenhuma para isso!
Agora nesse texto ele foi(aparentemente) sincero…e eu gosto ler uma verdade, mesmo que as vezes ela seja ruim.
“Ricardo Horus escreveu:
Dezembro 29th, 2007 às 11:36 am
O mais maduro de todos os textos. Mostrou conhecimento e agilidade com opiniões. Conseguiu misturar Clarice Lispector, Schopenhauer, Guimarães Rosa. Conseguiu até debochar do Paulo Coelho, com estilo…”
conseguir citar e criticar alguns autores não demostra conhecimento algum, muito pelo contrário. isso é fácil demais. qualquer um pode fazer.
Arrepiei com esse texto..uau! Chocou!
Só não concordei muito com a parte de “enfeitar a pobreza”, pois quem é cego para nós pode ser que alcance um horizonte bem maior(em metáforas, ou não…não sei).
Você como repórter (projeto) deveria dizer o nome correto do bairro, cachorro sentado é um nome que pessoas colocam para desvalorizar ainda mais o local já tão sofrido. Mais uma vez seu texto comete falhs inaceitáveis exmo. sr. dr. sabe tudo, dono da verdade. (verdade bastante questionável)
Quem conhece a obra de Lispector e Rosa, sabe o que Ígor quis dizer. Clarice é anti-Guimarães Rosa. Para tal percepção, precisa-se conhecer grande parte da obra dos dois.
E, mais uma vez, ele captou a mensagem de Schopenhauer em A Arte de Escrever.
E debochar de Paulo Coelho, mesmo sendo chutar cachorro morto, é sempre válido.
O texto não tem mesmo espaço para críticas.
Claro que tem espaço para críticas.
“É que deve ser extremamente enfadonho ficar recebendo milhares de abraços e congratulações em agradecimento”.
Estou muito longe de ser um jornalista, mais quando me tornar um, espero cumprir um papel importante na sociedade. Quero sempre receber esses abraços…Isso pq prefiro a sinceridade do agradeçimento de uma pessoa humilde, do que a falsidade de um tapinha nas costas de qualquer um desse milionários.
Como disse, gosto da maneira como Igor escreve, mais acho uma merda o conteúdo dos textos dele, Isso é FATO!
É uma pena que Igor se torne um jornalista. Seria melhor ele virar um gerente de banco. Não quero ter colegas de profissão que não entendem o Brasil, ou melhor, o mundo que vive.
“Não tem nenhum fato relevante na vida desse povo”… Será mesmo que não?
Gostaria que Igor me respondesse se o povo desses bairros são analfabetos pq assim escolheram.
Nesses “bairros com nomes exóticos ” existem pessoas com muito mais talento que vc Igor. Talvez se qualquer um dos doentes do “Cachorro Sentado ” estudasse nas escolas que vc estudou eles seriam muito mais competentes que vc em todos aspectos.
Só lamento por vc nunca deixar se levar pelos “sentimentalismos ordinários”. Eles são sinceros e nos levam a conheçer melhor o conceito de HUMILDADE.
“Como disse, gosto da maneira como Igor escreve, mais acho uma merda o conteúdo dos textos dele, Isso é FATO!”
Eu acho a maneira como vc escreve uma merda…e também o conteúdo. Quer ser jornalista e não aprendeu a usar “mas” ao invés de “mais”. E isso é FATO!
“Isso pq prefiro a sinceridade do agradeçimento de uma pessoa humilde, do que a falsidade de um tapinha nas costas de qualquer um desse milionários.”
Olha, rapaz…não brinca com isso. Vai que num futuro alguém te pega dizendo asneiras por dinheiro? Pois de graça, você já nos provou que é capaz de dizê-las.Ahh..e agradecimento não possui “ç”.
“É uma pena que Igor se torne um jornalista. Seria melhor ele virar um gerente de banco. Não quero ter colegas de profissão que não entendem o Brasil, ou melhor, o mundo que vive.”
Para isso você terá que nos explicar o verdadeiro modo de funcionamento do mundo. Para isso teríamos de aprender qual é o seu conceito de “bons colegas de profissão”.Estou esperando sequiosamente sua esclarecedora opinião.
“Nesses “bairros com nomes exóticos ” existem pessoas com muito mais talento que vc Igor. Talvez se qualquer um dos doentes do “Cachorro Sentado ” estudasse nas escolas que vc estudou eles seriam muito mais competentes que vc em todos aspectos.”
Argumento fora de lugar. Não passa de um ataque ad personam.
“Só lamento por vc nunca deixar se levar pelos “sentimentalismos ordinários”. Eles são sinceros e nos levam a conheçer melhor o conceito de HUMILDADE.”
Qualquer um pode conhecer conceito de humildade. Igor não é humilde…e daí? Pelo menos ele não usa a máscara da falsa modéstia.
Novamente, meu caro. Olha, esta dica, assim como as outras, está saindo de graça para você: ” conhecer não possui “ç”.
Os dois primeiros textos de Igor foram apenas medianos. Este, sem dúvidas, está entre os três melhores textos já escritos neste blog.Não concordo com todas as idéias do Igor e algumas coisas que ele escreve, na minha opinião, poderiam ser revistas. Mas é inegável que o sujeito sabe escrever. Sabe conquistar o leitor. Sabe fazer o simples, o principal, sem encher lingüiça.Preocupem-se menos com Igor Luz e atentem mais para a qualidade de seus textos. Se eu fosse o Igor estaria contente. Quando muita gente começa a falar mal, mesmo das coisas boas, é porque estamos incomodando.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Não sabia que Igor tinha um filho!!!
“Olha, rapaz…não brinca com isso. Vai que num futuro alguém te pega dizendo asneiras por dinheiro?”
Pode ter certeza que não faÇo as coisas pelo dinheiro, e sim pelo prazer que me proporciona. Se vc tem desvio de caráter isso é um problema seu.
O Ç foi um erro mesmo…sai escrevendo na pressa e pouco me importei se estava escrevendo correto ou não.
Erros todo mundo comete. Seu pai(Igor) disse que Alejadinho era nordestino.
Agora ter humildade em reconhecer o erro está muito além.
Acho que vc tem uma grande vontade de escrever aqui…seus comentários são sempre grandes. Apesar de redundantes e errados maioria das vezes (vá no texto sobre a CPMF e veja sua loucura).
“Qualquer um pode conhecer conceito de humildade. Igor não é humilde…e daí? Pelo menos ele não usa a máscara da falsa modéstia”
vc fala por Igor…fala como se fosse o próprio Igor.
E quando falei em ” bons colegas” de profissão…fazia referência a trabalhos sociais.
Penso que cada ser dever ter um propósito em sua vida, e esse propósito deve estar diretamente ligado a diminuir as desigualdades que existem no mundo.
com certeza Igor não tá nem ai pra desigualdade!!!
No mais é perda de tempo discutir com uma pessoa que nem tem coragem de mostrar a cara (dizer o nome verdadeiro).
Quando vier comentar tenha pelo menos argumentos. E não fique enchendo o seu comentário com petição de princípio.
Pode ter certeza que vc sempre será bem vindo!!!
“Não sabia que Igor tinha um filho!!!”
Impossível. Sou mais velho.
“Pode ter certeza que não faÇo as coisas pelo dinheiro, e sim pelo prazer que me proporciona. Se vc tem desvio de caráter isso é um problema seu.”
E desde quando fazer as coisas por dinheiro é não ter caráter? Você vai trabalhar de graça? Boa sorte!!! Desvio de caráter? É chato quando isso acontece. Mais um ad personam pra sua coleção. Aliás, se você é acostumado a dizer essas coisas, prepare-se: suas visitas ao Tribunal serão constantes em sua carreira. Wilson, eis a vexata quaestio: você tem prazer em escrever? Pois a sua escrita transmite qualquer coisa, exceto prazer.
“O Ç foi um erro mesmo…sai escrevendo na pressa e pouco me importei se estava escrevendo correto ou não.”
Vou fingir que acredito em você. Três erros crassos em três parágrafos? Ahhh…um mero lapso…ahhh…e não é “sai escrevendo”. Creio que você quis dizer algo como “saí escrevendo”. Há uma diferença sutil. Percebe?
“E quando falei em ” bons colegas” de profissão…fazia referência a trabalhos sociais.”
Ué…? Vocês aqui são assistentes sociais, missionários, enviados de Deus ou “jornalistas”?
“Penso que cada ser dever ter um propósito em sua vida, e esse propósito deve estar diretamente ligado a diminuir as desigualdades que existem no mundo.
com certeza Igor não tá nem ai pra desigualdade!!!”
Essa você também escreveu na pressa? “Penso que cada ser dever ter..???Cuma???
Hum…deixe-me adivinhar….o seu próposito é sair por aí dizendo asneiras e escrevendo mal? Acertei? Olha…se alguém te pagar alguma coisa por isso….sinta-se abençoado.
Já que estou a falar com ser tão iluminado, por favor, como você pretende combater as desigualdades do mundo? Estou esperando a dissertação.
“Apesar de redundantes e errados maioria das vezes…”
Errada, como na maioria das vezes, está essa sua frase. Dói a vista ler essas linhas.
Será que meus textos são redundantes ou estão além da sua compreensão? É um ponto a ser refletido e que, aparentemente, nem foi considerado por você.
Petição de princípio? Você nem sabe o que é isso, rapaz!!Petição de Princípio é o que você faz: emitir um juízo de valor como se ele fosse suficiente e não precisasse de uma base explicativa.
Loucura no texto do CPMF? Fale com qualquer tributarista e diga-me se qualquer coisa que eu escrevi ali está fora de contexto.
“Acho que vc tem uma grande vontade de escrever aqui”.
Meu caro, eu já escrevi pra coisa bem maior do que o seu “Revertério” ( e aqui não vai desrespeito algum aos demais partícipes que não têm nada a ver com essa discussão). Estou aqui por puro diletantismo. Contudo, se alguém quiser admitir este ser “redundante” como colunista não há problema. Eu posso até pensar no caso. Se isso acontecesse, eu teria medo de perder a “coluna” se fosse você. Pode ter certeza que seu editor-chefe, seja lá quem for, não deve te achar assim tão genial. Mas eu vou te poupar. Não quero interferir na sua grande carreira e provocar uma desigualdade social maior. Eu também penso no “social”.
“No mais é perda de tempo discutir com uma pessoa que nem tem coragem de mostrar a cara (dizer o nome verdadeiro).”
Se a estrutura do sítio permite a participação sem oficial identificação, esse seu argumento é descabido. Que então passem a proibir participações anônimas.Na verdade, eu deveria agradecer-lhe… você se mostra, aparentemente, mais corajoso que eu: escreve “pérolas” e mostra a cara e o nome pra quem quiser!!! Parabéns!!!!
“Pode ter certeza que vc sempre será bem vindo!!!”
Obrigado. O certo é “bem-vindo” (essa também foi de graça….acho que já fiz minha parte no dia de hoje quanto à redução das desigualdades).
Ainda não tenho filhos. Pretendo negar a paternidade. Não suporto crianças. Imagine se eu ter um filho e ele ter o desplante de não gostar do que eu escrevo?
Mas o fato é outro. O meu caro amigo, grande apreciador da cultura alemã (creio que por isso a escolha do nome), foi convidado por mim a visitar o site. Eu tenho infinita preguiça em divulgar o site, mas gosto que meus textos sejam lidos por pessoas relevantes. Eu tenho uma visão muito crítica a meu respeito, já disse. Não importa o que Wilson diga ou até mesmo o que “Hans” diga. Não me exalto. Não fico deprimido.
Hans pode falar por mim. Ele me conhece infinitamente bem. Não me irrito com muita coisa, mas falsa modéstia e humildade forjada me tiram um pouco do sério. Pieguice extremista então…
Eu não sou muito de conselhos. Mas, creiam patota, os comentários de Hans Ludwig-Günther são preci[o]sos. Devíamos deixar essa jequice que nos acomete e aproveitar de comentários extremamente válidos.
Eu estou me divertindo. Mesmo porque não vejo graça alguma em escrever e não incomodar. Não vejo graça alguma em escrever e não poder quebrar o pau.
Ps.: Mila Teles, eu estava brincando com você aquele dia… Ainda não sou pai… O moleque, em questão, é meu primo. Risos.
“Não importa o que Wilson diga ou até mesmo o que “Hans” diga. Não me exalto. Não fico deprimido.”
Se realmente vc não ligasse vc continuaria com o Ombudsman….
“os comentários de Hans Ludwig-Günther são preci[o]sos. Devíamos deixar essa jequice que nos acomete e aproveitar de comentários extremamente válidos. ”
Os comentarios são válidos sim Igor…porém ridículos.
“se você é acostumado a dizer essas coisas, prepare-se: suas visitas ao Tribunal serão constantes ”
Será que vc leu o texto “Queridos Leitores”?
Acho que aquele texto poderia levar alguém ao tribunal e não o meu.
Não estamos falando do texto de A ou B. Não queira fugir disso fazendo menção a outro texto e desviando o foco. Estamos falando do seu comentário e, em especial, de você ter apontado ou sugerido de modo bastante claro uma suposta falta de caráter minha.
Absolutamente ridículo é o arcabouço argumentativo que você faz valer em suas manifestações .
“Ígor Luz escreveu:
Janeiro 5th, 2008 às 11:13 am
Ainda não tenho filhos. Pretendo negar a paternidade. Não suporto crianças. ‘Imagine se eu ter um filho’ e ele ter o desplante de não gostar do que eu escrevo?”
IGOR, PELO AMOR DE DEUS, O CERTO É: IMAGINE SE EU TIVER UM FILHO.
IGOR DISSE: “Eu estou me divertindo. Mesmo porque não vejo graça alguma em escrever e não incomodar. Não vejo graça alguma em escrever e não poder quebrar o pau.”
É ISSO Q É JORNALISMO?
Todos tem seu lado sensíve…l!!
gosto muito de Clarice Lispector…ela tem jeito particular de mostrar a realidade
Bom texto!!
Que fique claro: só deixei o Ombudsman de lado porque pessoas que gosto estavam confundindo as coisas. As críticas de Wilson são pessoais e qualquer ameba percebe isso. Que fique igualmente claro: não quero parar em um tribunal. E não entendi como o “Queridos Leitores” poderia me levar a algum.
Continuo me divertindo. E estou satisfeito.
Mas tem um fator relevante que me fez abandonar o Ombudsman. Ricardo disse que chutar cachorro morto é fácil. Concordo. Abandonei o Ombudsman.
Em momento algum direcionei palavras a vc!
Tudo o que escrevi foi sobre seu texto.
Rpz… Tô visitando o site pela primeira vez, não faço a menor ideia sobre formas de fazer um texto, até pq o que cheguei mais perto foi um 6 na redação do vestibular. ushasuahs
Gosto qnd um texto me emociona, não foi esse o caso, sei lá, a gente sabe quando uma coisa é feita pra tentar emocionar, e não vem de dentro, foi o que pareceu pra mim.
Comentando sobre os comentarios, o que parece eh que todo mundo quer ser melhor que todo mundo, saber criticar tbm deveria ensinar na faculdade, ou não?
O que eu percebi aqui eh que vcs se ofendem através de palavras bonitas, alguns parecem até politicos do tanto que discursam. Só q falta um pouco de humildade, e humanidade.
Sobre o site: Muito legal a iniciativa. Parabéns!
Comente!
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