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Queridos leitores…

Por Ígor Luz Ler mais textos de Ígor Luz
23 de dezembro, 2007 | 29 Comentários

Escrever é uma chatice só. Eu, se pudesse, ficaria o dia todo assistindo os programas mais cansativos da televisão. Só que não posso. Viciei nessa bobagem de ficar emitindo opiniões por aí. Quem ainda não caiu no vício, meu conselho é abandonar rapidamente essa tolice. A única vantagem que eu vejo em escrever para o Revertério, por exemplo, é poder ler os comentários deixados pelos leitores. Acho que isso é sintomático da minha “danada necessidade de aparecer”.

Pude perceber, com lágrimas nos olhos, que os leitores implicam comigo. Enquanto meus colegas recebem demasiados elogios eu fico sendo esculachado. Há os leitores que não se decidem. A minha preferida nesse sentido é Mirna Ledo. Ela lê, religiosamente, os textos que publico. E como uma torcedora fanática de futebol, aconselha, briga, grita, diagnostica. Esses dias ela comentou que estou “dando sinais de insanidade”. Mirna Ledo deve gostar de pessoas insanas, pois ela disse que “gosta da minha forma de escrever”. Eu já tive o prazer de ler um texto de Mirna Ledo. Nele, ela se encontrava em toda sua constrangedora banalidade falando sobre plantas e funcionários da Uesb. Acho que é isso que ela chama de um “um pouquinho de humildade”.

Tem os leitores que resolvem soltar o verbo. E tem até os que tentam fazer tentativas frustradas de deboche. Cristiano Anunciação é o melhor nesse aspecto. No meu último texto ele diz que “parece que tomei uma série de cursos com Diogo Mainardi”. É a velha paranóia das pessoas que não sabem lidar com críticas. Ficam dando créditos ao Mainardi, atribuindo-lhe o monopólio do protesto. Qualquer coitado que reclame publicamente de algo é logo associado ao colunista de Veja. O próprio Mainardi já foi comparado inúmeras vezes ao Paulo Francis. Quem sabe um dia alguém é comparado a mim. Cristiano Anunciação, semanas atrás, disse “gostar muito” do meu estilo. Ora, ele acha que meu estilo é mainardiano. Logo, “gosta muito” desse estilo. Essa revelação é assustadora para um exímio fã de Caros Amigos. E, logicamente, que ouvi falar do Godard na música de Legião Urbana. O meu querido leitor Anunciação me insultou da maneira mais rasteira. Chamou-me de “revolucionário”. Quase desisto do curso.

Há os que não conseguem entender muita coisa. Temo que a culpa seja minha. Uma tal de Ana mandou o seguinte recado: “e se a camisa do che guevara for da cavalera? Ehuiehe pode? x/ comunismo barato”. Heim? Outra dúvida: o que significa “x/”?

O colunista esportivo Diego Ribeiro escreveu que “incontestávelmente [sic] esse tal de Igor Luz escreve muito bem!!!” Depois que eu critiquei seus textos ele mudou de opinião, dizendo que não possuo “conhecimentos de mundo essenciais” para escrever sobre artes. Bem que eu percebi que o autor em questão não sabia o significado da palavra “incontestavelmente”.

Wilson Júnior, o autor do péssimo texto sobre o coletivo, acha que eu “poderia diminuir esse preconceito ridiculo e ‘chinfrim’”. E compartilha da opinião de Mirna Ledo que estou insano. Ele diz: “No mais nem preciso comentar suas loucuras”. No primeiro ombudsman em que não tinha texto de Wilson para criticar, ele proclamou: “O único chato disso é que muito provavelmente vc nem vai comentar quando eu escrever. quem sabe um dia acontece né..” O único chato disso é não saber lidar com críticas e partir para o sentimentalismo mais comezinho.

Ellen Lapa, você conseguiu aprender a diferença entre um ombudsman e um editor-chefe? É simples: o ombudsman só pode criticar. O editor-chefe pode simplesmente excluir sua matéria. Assim como fez Emilãine Iemai, acertadamente, removendo a poesia de Anderson Almeida.

Ailton Fernandes disse que “não é qualquer pessoa que se mete a falar de Elomar e de Glauber Rocha.” Concordo. Prometo que um dia aprendo a lição e sigo o exemplo da minha leitora mais assídua e falo de pessoas mais insignificantes como a mulher que limpa os banheiros.

Ester acha que não tenho credibilidade. Eu publiquei que o show de Elomar foi lotado e, segundo ela, não foi bem assim. A minha fonte foi o colunista Diego Ribeiro que trabalhou no show. Mas posso prometer que qualquer informação sobre Elomar eu perguntarei diretamente para Ester que teve “a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente”.

Glauber Leal está certo, claro. Nada mais gratificante que “inflar o ego com ar”. Tem mais? Érika, quem tem fã é ator de telenovela. Ainda mais? Mário, eu não falo dos outros porque meu “texto é péssimo”. Falo porque é imensamente divertido. Outro? Isaac, prometo intervir e pedir algum professor para explicar a função de um ombudsman.

Os leitores gostam mesmo é de humildade. Tem um amontoado de conselhos de humildade. Está aqui a maior prova da minha humildade e respeito. Dediquei uma coluna inteira aos meus queridos leitores. Acho que meu próximo texto será um apanhado sobre a humildade. Ou sobre os funcionários da Uesb. Isso se faltar assunto interessante. Como aconteceu esse domingo.

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29 comentários »

  • 1
    Elias :

    Resolvi comentar aqui mesmo, a respeito da matéria anterior, matéria que você chama versos de simplórios, e depois diz não conhecer nenhuma música, bom contradições a parte, quero que saiba, que Elomar é citado em diversas obras como gramáticas, livros de português, sempre elogiado por suas canções, da próxima vez que for escrever uma matéria, busque estudar o assunto antes para não dizer tanta asneira, e ainda por cima entrar em contradição… Olha esta é uma dica construtiva, pois se continuar seguindo esta linha, creio eu que passará a sua vida redigindo informes de um condomínio qualquer… desde que sejas o síndico, pois caso contrário duvido que alguém te contrate….

  • 2

    Igor, vc sabe q é um cínico adorável e q eu gosto muito de vc, mas sinceramente eu acho q vc piorou tudo com esse seu texto. Acho q vc como muitos dos outros colunistas aqui não está sabendo lidar com as críticas. Ao menos esta é a impressão q está me passando. Posso estar enganada.
    E tenho absoluta certeza q este seu texto vai ser muito mais polêmico do q os outros.
    Eu só espero que vc aprenda e cresça com tudo isso! =)

  • 3
    wilson :

    Igor, nem queria te responder.
    mais o fato é que você quer estar sempre por cima…mais vc é apenas mais um desses òtarios(se achou ruim porblema seu) que se faz de vitima em qualquer situação.
    no mesmo ombudsman seu eu respondi dizendo que os comentarios que estão no meu texto respondem por mim…e não apresentei um “sentimentalismo mais comezinho” como vc disse.
    acho que vc deve estar muit chateado. Deve ser fodaaaaaaaaa fazer uma besteira e não conseguir ter humildade pra se arrepender.
    mais é isso cara, acho que vc deveria parar de escrever suas MERDASSS.
    hoje vc mais uma vez consegiu se superar.
    ah…o fato das pessoas gostarem de como vc escreve não quer dizer que elas gostem do conteudo dos seus textos…
    se toca cara…é pro seu bem!

  • 4
    wilson :

    ah…
    as criticas que vc recebou, são verdadeiras sim!!!
    vc errou feio ao dizer que alejadinho era nordestino e erra gramaticalmente em todas as materias.
    Eu erro e reconheço…sou uma merda na parte gramatical!!!
    mais você se acha superior…
    …mas so se for nas merdas que escreve!

  • 5
    wilson :

    Cuidado quando vc utilizar meu nome em outros textos seu!
    no ombudsman é aceitavel, afinal é a sua função.
    agora colocar meu nome em outro texto seu para tentar abaixar a minha moral: isso não!!!
    comentario é uma coisa…mais expor isso em texto ja é muito diferente.

  • 6
    Pablo :

    Se toca… viciou em escrever, não tem tempo… para ir em festas de pagode e axé sempre há tempo de sobra… quanta agressividade em um só texto…

  • 7
    Jornalismo ao avesso :

    Nunca vi um título de site corresponder-se tão bem com esta matéria, isso sim que você está fazendo é um jornalismo ao avesso. Zero de profissionalismo rapaz. Mais uma coisa, gostaria de saber por quanto você comprou a verdade, pois todos estão errados, só você está certo! Como dizia uma antiga peça publicitária da FIAT, ” É hora de rever seus conceitos”. É isso aí meu caro!

  • 8
    Hans Ludwig-Günther :

    Duas Palavras sobre Humildade

    Há algumas semanas recebi de Igor um convite para visitar este blog. Em razão da amizade e de nossa sempre fecunda troca de idéias, resolvi comparecer. Eu e Igor não desfrutamos da mesma visão em todos os temas dessa nossa existência. A despeito disso, a amizade permanece, e eu não posso deixar de reconhecer que seus textos são, no mínimo, engraçados. A bem da verdade, quando da primeira visita, esperava textos melhores de um grupo de futuros jornalistas, apesar de encontrar alguns textos muito bons, os quais fiz questão de registrar.

    Pois bem. Vamos ao segundo ponto. Que é humildade? O dicionário nos diz que se trata de virtude capaz de cientificar-nos do sentimento da própria fraqueza. Ser humilde é ser simples. Porém, tampouco esta definição é suficiente. Há ainda outra pergunta, quiçá, mais relevante que a anterior: é possível exercitar essa humildade? É possível cultivá-la? Ora, se não sou humilde e, no entanto, quero tornar-me humilde, isto implica um “vir-a-ser”. Isto implica dizer que, com o tempo e, observando determinadas regras de cunho moral, lograrei a tão esperada humildade ao cabo de certo período. Ou seja, a palavra de ordem é buscar a humildade. Todavia, só se busca aquilo que seja passível de reconhecimento. Se mando alguém buscar um livro, este alguém deve ter, ao menos, uma breve noção do significado desse objeto para que cumpra a tarefa. Eis a vexata questio: como é possível buscar algo que desconhecemos? Podemos dizer que alguém é humilde em virtude de um ato que presenciamos ou uma pessoa só é humilde se assim se portar durante toda a sua vida? Dessume-se daí outra pergunta: a humildade é um estado que, uma vez cnquistado, não mais escapa ou, antes de um estado, é um determinado tipo de conduta necessariamente passível de compreensão em cada situação diferente de nossas vidas? Será que cumprindo os 10 mandamentos ou as parábolas de Jesus à risca conseguiremos ser, enfim, humildes? Bastaria seguir essa ou aquela regra com vistas à consecução desse fim, dessa virtude? Por que desejamos ser humildes? Porque a Bíblia disse que assim seremos felizes? Porque queremos ser virtuosos? Ora, no meu entender, descobrir as respostas para essas questões é de uma necessidade imperiosa.

    O meu parecer, certo ou errado, é o seguinte: não me parece ser possível cultivar qualquer virtude que seja. E, vejam, isso não significa dizer que não existem pessoas humildes. O que quero dizer é que o ser humano humilde muito provavelmente jamais pensou em tornar-se humilde algum dia. Nunca teve de esforçar-se para vir a ser humilde. Pois “humildade” condicionada pelas páginas da Bíblia ou de qualquer código de ética; ou humildade para lograr pura e simplesmente a virtude, não pode ser humildade. Esta parece nascer menos do esforço do que da observação e capacidade de autocompreensão. Pouco adianta clamar por humildade quando, ao sinal da primeira pedra, revida-se com outra. Não acho que uma pessoa humilde se incomode tanto com críticas, sejam de quem for. Será que uma opinião má a nosso respeito carrega em si uma conseqüência tão avassaladora de nossos “princípios”? A humildade exige um outro momento da existência humana: a honestidade e sinceridade, sobretudo, no que se refere ao próprio ser.

    Penso que aqui dou razão à máxima wittgensteiniana¹, “daquilo que o homem não pode falar , é melhor calar-se” (Wovon man nicht sprechen kann, darüber muss man schweigen) . Os limites da linguagem, talvez, não me permitam aproximação maior, contudo, não me impedem de identificar o que a humildade não é.

    Há quem diga que um pouco de hipocrisia é essencial à vida em sociedade² . E o que é hipocrisia (hypocrisis)? Do vocábulo exsurge a idéia de fingimento. A idéia de fingir possuir , por exemplo, uma virtude que não detém. E para que fingimos? Para colhermos opiniões boas a nosso respeito? Para colhermos encômios tão sustentáveis como castelos de areia? Para manter determinada posição ou status social?

    Escrever é deveras difícil. É uma arte. Não é um ofício qualquer que possa ser exercitado sem o mínimo de técnica, observação e autoquestionamento. Discutam as idéias e não as pessoas e sempre de forma democrática. Em homenagem a outro amigo - e eminente debatedor, bastante conhecido pelo próprio Igor - encerro com a passagem clássica de Voltaire³ : “Posso não concordar com uma só palavra do que dizes, mas me baterei a vida toda pelo direito que tens em dizê-la”.

    1-Ludwig Wittgenstein. Tratactus Logicus-Philosophicus.
    2-Faz referência a Sigmund Freud.
    3-Também conhecido pelo seu nome verdadeiro François-Marie Arouet, filósofo iluminista. A Tradução não é oficial e exata, mas a idéia é a mesma.

  • 9
    Zé Ninguém :

    Nossa, aprendi muitas palavras novas com o comentário acima, rs, mas para mim direito de opinião todos temos, embora acusar as pessoas, criticar de maneira leviana e vil, isso não é de direito a ninguém.

  • 10
    Hans Ludwig-Günther :

    Caro Zé Ninguém.,

    Se observardes mais detidamente, vereis que não defendi o direito à acusação.Isso daria material para um livro, mas não se trata disso agora. Entretanto, para aclarar vosso comentário, seria importante destacar o que entendeis por crítica leviana e vil.

  • 11

    Deixando claro que eu tirei a poesia de Anderson para poder postá-la na data correta, mas…

  • 12
    Zé Ninguém :

    Não me referi ao comentário, mas ao texto, onde o autor acusa os colegas de site.

  • 13
    Juliana :

    Só nao so sua fã pq como vc msm disse “quem tem fã é ator de novela”. Sempre me divirto muito com seus textos. Nao os levo a serio, é bem verdade, mas adoro!

    Um beijo meu querido!
    (deixamos beijos em comentarios de colunas?)

  • 14
    Pri :

    Rs, pelo visto as pessoas que gostam dos seus textos infundados não os leva a sério… Vejo um futuro jornalista de uma revista de fofoca, aquelas vendidas a R$1,99.

  • 15

    Só pra constar, a vida de uma pessoa q limpa banheiros não é menor q a de ninguém, cada um tem um papel e uma importancia na sociedade!
    E dependendo da materia falar de um botão pode ser um espetaculo

  • 16
    Pri :

    Concordo em número, gênero e grau, mas o notável escritor e sua crise de DNA, acha que não, quer ser irônico e só piora a situação, acho que ele deveri mudar de curso, pois jornalismo não é a praia dele, quem sabe para trabalhar com João Kleber em um daqueles quadros de péssimo gosto, afinal, combina com teu estilo Ígor.

  • 17

    Que pessoa má!!!!
    hauhuahuahuahuahuahuau…….

  • 18
    Lay :

    Igooooor, não existe verdade plena. Logo, você não é o unico q sabe tudo, q está sempre certo e com a razão, até agora vc não me atingiu com suas critcas, porém tem gente que está sendo ofendido por essa sua mania de se achar melhor q todos os outros que escrevem pro site. Vc pode ser mais parcial e mais ético (ético sim! vc está usando o nome dos outros de forma mto ofensiva!). Mas, gosto de ler seus textos mesmo assim!!

  • 19
    Pri :

    Melhor em quê? Esta coisa feia e patética… és horroroso, és estúpido, Aleijadinho Nordestino, que cultura gente… se toca seu mongo, volta para barra da estiva e vá tomar pinga, e contar estas suas lorotas para o povo do buteco, mesmo não sendo bairrista, esta palavra que tanto adora e nega que és um bairrista… pede para sair cara… kkk antes que o capitão Nascimento diga que és um fanfarrão…

  • 20
    Ricardo Horus :

    O autor tem opiniões fortes e usa de uma ousadia fantástica para alguém que faz apenas o primeiro semestre. Isso pode ser audacioso, mas é importante, creiam. O autor desse texto mostra, como nos outros, que valoriza muito sua própria opinião. Ao contrário do que comentaram, isso causa credibilidade, sim.

    Trabalho com comunicação e conheci o site através de um amigo da Uesb. Acho que Igor Luz com a maturidade certa pode se tornar um jornalista muito bom. Seu texto é muito bem escrito. Além disso, é um produto forte: estudando o site, percebe-se que mesmo quem não aprecia seu estilo, gosta de ler o que ele publica.

    Estou sendo sincero em dizer que têm textos que é impossível passar do primeiro parágrafo. O meu único conselho ao autor é se concentrar em mais textos do estilo Controverso e Comunicarte e menos Ombudsman e De Casa. A oportunidade para um futuro emprego acontece quando o comentarista opina de assuntos relativamente interessantes. E descamba para o anonimato quando procura briga criticando os próprios colegas. Novamente não querendo menosprezar ninguém, mas a tarefa é fácil. Duro mesmo é criticar personalidades do cunho de Glauber Rocha e veículos de sucesso com Caros Amigos. E você fez isso muito bem. Não perca mais tempo com ombudsman.

  • 21
    Pri :

    Ricardo, um jornalista fantástico busca ler do assunto que vai falar, este Ígor nem se quer conhece Elomar, e disse absurdos, outra coisa, ele é tão infantil que criticou os próprios colegas de site em uma imatura tentativa de se defender das críticas, se achas que isso é ser um bom jornalista, bom, acho que não sabe do que fala!!!!

  • 22
    Ricardo Horus :

    Ficou claro, pelo menos para esse jornalista, que Ígor usou de um deboche inteligente para atacar Elomar, que tive a oportunidade de conhecer. ígor Luz não critica as músicas de Elomar e muito menos sua história de vida. Ígor nem sequer pretende isso. Ele critica claramente o “bairrismo” de uma sociedade que nem conhece os trabalhos.

    O fato dele não conhecer o trabalho do cantor só ajudou o texto, que exprime sinceridade.

    Não disse que os textos de Ígor Luz são perfeitos. Disse que, com a maturidade certa, ele vai conseguir seguir em frente.

  • 23
    Pri :

    c eh namoradinho dele ricardo?

  • 24
    Pri :

    tanto critica q chamou de simplório algo q ele nem conhece…

  • 25
    leitor :

    “Ricardo Horus escreveu:
    Dezembro 28th, 2007 às 8:39 am
    Ficou claro, pelo menos para esse jornalista, que Ígor usou de um deboche inteligente para atacar Elomar, que tive a oportunidade de conhecer. ígor Luz não critica as músicas de Elomar e muito menos sua história de vida. Ígor nem sequer pretende isso. Ele critica claramente o “bairrismo” de uma sociedade que nem conhece os trabalhos.

    O fato dele não conhecer o trabalho do cantor só ajudou o texto, que exprime sinceridade.

    Não disse que os textos de Ígor Luz são perfeitos. Disse que, com a maturidade certa, ele vai conseguir seguir em frente.”

    Q ABSURDO É ESSE???
    PREFIRO NEM COMENTAR…

  • 26
    Isaac :

    Eu esperava mais de ti, Igor.

    Vou ter polemizar mais os comentários. Você já foi melhor, meu caro! =]

  • 27
    Ester :

    Bem… em primeiro lugar, repito o que disse no outro comentário: ” È sempre bom ser cético com os outros, e melhor ainda ser cético consigo mesmo”. Todo mundo sabe da sua capacidade de escrever bem, na minha humilde (no sentido real da palavra ) opinião, o único problema com seus textos é que você acha que para ser polêmico precisa subestimar e ofender .
    Quanto a chamar a mulher que limpa os banheiros de insignificante, essa foi a pior asneira q

  • 28
    Ester :

    continuando… a pior asneira que já li no Revertério. E acredito que uma pessoa que pense assim realmente não é digna de criticas, na verdade não é digna nem de ser lida. Portanto a partir de agora reservo-me a não ler mais seus textos ( e sei que vou perder bons textos). Faxineiras ,pessoas que exercem a profissão a profissão que você considera insignificante ,são pessoas iguais a você, só que normalmente mais sensatas.

  • 29
    Ester :

    * errata: a palavra profissão foi repetida

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