Quando colocar os nomes de Glauber Rocha e Elomar Figueira no meio de uma conversa, deve ter cuidado com o que se diz. Eu aprendi isso na marra. Os conquistenses têm por eles um orgulho inexplicável. Até quem não conhece os filmes de Glauber e não consegue acompanhar os versos simplórios de Elomar, batem no peito e inflam de emoção quando falam de seus ídolos. Ainda bem que não nasci aqui e definitivamente não possuo esse bairrismo abissalmente tolo.
Procurei na internet algumas entrevistas de Glauber Rocha. Pelo que pude perceber, na primeira oportunidade que teve de sair daqui, ele tratou de esquecer Vitória da Conquista. Nosso ilustre e tão amado cineasta se considerava um “carioca de adoção”. O povo, entretanto, não o esqueceu. Até hoje fazem dedicatórias e mais dedicatórias, amolando seus poucos familiares que ainda restam por aqui.
Por pura falta de interesse em cinema nacional, eu só fui assistir ao primeiro filme de Glauber em 2004. Antes disso eu só me recordava dele por causa do mais ilustre livro de Zuenir Ventura, 1968 – O ano que não terminou, em que é relatado a primeira vez que o cineasta fumou maconha. Quando mudei para cá, em 2005, fui obrigado a ver todas suas obras. Enquanto os outros viam seus curtas e longas e se extasiavam com sua arte engajada eu só conseguia dormir. De fato acho os filmes de Glauber Rocha cansativos e chatos. Reconhecendo seu valor histórico, o Cinema Novo nada mais é do que uma macaqueação tupiniquim do Neo-Realismo italiano e da Nouvelle Vague francesa. Não é querendo menosprezar o movimento e muito menos o tão querido Glauber de vocês. Quem sou eu para tamanha empáfia? E muito menos sou contra a imitação – mesmo que brejeira – de qualquer coisa do exterior. Mesmo porque as únicas coisas relativamente boas por aqui foram descaradamente plagiadas. O que me incomoda é algo menor, mais mesquinho: a adoração exacerbada e a propalada demagógica. Se você gosta de aparentar que entende de cinema cult, tenho um conselho, leitor: de hoje em diante fale que goste também de Godard.
O caso de Elomar Figueira de Melo é ainda mais obscuro. O cantor, vez por outra, resolve dá uma canja para os conquistenses. Essa canja inclui um show cheio de cabras pastando no Instituto Lá na Casa dos Carneiros. Custo? 140 reais. A meia era 70. Eu não pago nem a meia da meia. Se fosse só para ver as cabrinhas passeando, uma coisa que deve ser realmente divertida, eu até pensaria no caso. Mas pagar, espontaneamente, 70 reais para ouvir músicas regionais é pedir demais. O povo daqui discorda. Discorda tanto que o show lotou. A hipótese mais benévola é que eles foram ludibriados pela promessa da presença de globais. A hipótese mais malévola é que os conquistenses não têm noção alguma de dinheiro. Como eu sou uma pessoa do bem, fico com a primeira hipótese. Elomar sempre se vangloriou por ter em seu círculo de amigos atores do nível de Osmar Prado, Cássia Kiss e Marieta Severo, os quais viriam prestigiá-lo no dia da festa. Creio que houve problemas de agenda, porque ninguém apareceu. Seria curioso ver Marieta Severo fazendo carinho nas cabras. Já tentei debochar de Elomar no passado. Um colega saiu em sua defesa, contando-me a história de vida do cantor, que mais parece cordel. A única certeza que tive é que toda biografia de celebridade nordestina se confunde num ponto. Tudo muito parecido. De Sérgio Machado a Antônio Conselheiro. De Gilberto Gil a Lázaro Ramos. De Dona Canô a Elomar de Melo. Para os que possuem sensibilidade musical e querem discutir letras de canções, vieram ao lugar errado. Não sei uma única música do Elomar. Só estou reclamando da reverência basbaque e do escudo de proteção que criaram em torno dos artistas. É bonito dizer que gosta de filmes de Glauber e da musicalidade do Elomar, não é?
Eu duvido muito que uma dia eu consiga ser um escritor famoso, dadas minhas deficiências literárias. Mas se num futuro próximo, por pura zebra, isso calhar de acontecer, exijo imediatamente que se façam cansativas homenagens. Quero uma rua com meu nome. Pode ser também uma biblioteca ou um módulo da Uesb. Só não deixo nomear um teatro de Igor Luz. Os conquistenses não nasceram para o tablado e tudo que se faz nesse sentido por aqui, é amador e enfadonho. Definitivamente, não quero meu nome ligado a isso. A propósito de nomes, eu moro na rua Bruno Bacelar, bebo cerveja na Avenida Olívia Flores e trabalho na Praça Hercílio Lima. Alguém aí sabe me informar quem são esses indivíduos?






Acho que o Brasil deveria aceitar de vez a incrível vocação para fazer pornochanchada e abandonar os filmes com pseudoconsciência social.
A Tropa de elite, p. ex., não passa de um maniqueísmo pobre. O conflito das drogas reduzido ao traficante e ao usuário.
E outros grandes clássicos, como aquele filme sobre uma “bunda” produzido há pouco tempo…com o Selton Mello se não estiver enganado.
É com muito prazer comento a respeito desse texto. Igor, mais uma vez concordo com muito do que você escreveu, mas discordo muito mais. Pra início de conversa não é qualquer pessoa que se mete a falar de Elomar e de Glauber Rocha. Maioria dos conquistenses, tenho certeza disso, não sabem ao menos lhe responder quem são essas pessoas. Mas, claro, existe a adoração sim por parte de alguns que nem ao menos os conhecem. Isso é um problema dos que se metem a críticos ou a fãs por simplesmente ouvir os que outros já dizem.
Elomar é sim uma contradição. O dito cancioneiro dos sertanejos e catingueiros faz música para um público elitizado, sua principal campanha de mídia é se dizer contra-mídia, enquanto que quem promove a Casa dos Carneiro é uma emissora de TV. Por falar na Casa dos Carneiros, quem se fez presente não foi o povo, quem eu conheço do povo que esteve por lá estava a serviço, servindo whisky ou fazendo honras na recepção. Queria só que você admitisse uma correção: no primeiro parágrafo você caracteriza os versos de Elomar como simplórios, mas admite, logo a frente, que não sabe uma única música do cantor.
Quanto a Glauber… Sou um conquistense que começou a ter contato com a obra dele tardiamente. O que busquei e o que me faz admirá-lo é o fato de ter buscado conhecê-lo. Me orgulho sim por ele ser conquistense, é verdade que na primeira oportunidade ele saiu da cidade. Quantos nordestinos não fizeram o mesmo? Mas, me orgulho de Glauber principalmente por ele ser brasileiro, antes mesmo de conquistense, pela ousadia da sua obra, que vai além do cinema glauberiano, são textos e ensaios que revolucionaram a época.
A macaqueação que você se refere foi intencional. As construções de Glauber foram influenciadas pelo cinema europeu da época, que ele conhecia muito bem. O cinema de Glauber foi revolucionário pelo que ele fez e quando ele fez. O cansativo que lhe faz dormir… Glauber não queria agradar a ninguém, não fez cinema para divertir, e sim para incomodar.
Ao contrário de Elomar, desconheço quem adora a obra de Glauber sem conhecê-lo. Sei sim que muitos o criticam por ter um posicionamento já direcionado diante do cinema. Criticam ainda sem ao menos se debruçar a fundo no que Glauber fez de fato.
Quanto a alguns nomes que você questiona, o Museu Henriqueta Prates, localizado na Praça Tancredo Neves, tem todos essas biografias. Mais um detalhe, Aleijadinho não é nordestino, é mineiro de Vila Nova.
Meu Deus, parece que você tomou uma série de cursos com Diogo Mainardi! Você gosta da polêmica, adora neologismos e se sente o cara mais inteligente da face da Terra. Só lhe falta uma coisa: um editor que corrija seus erros de português porque eles são muitos!
Não preciso dizer muito não, meu amigo Chu já disse sobre este texto o essencial. Só acrescento três conselhos: leitura , humildade e respeito.
Um abraço
Faço minhas as palavras de Chuchu.
Não sou a melhor pessoa para criticar ou elogiar Glauber, mesmo porque não conheço muito sua obr. Acontece que para falar mal (ou bem) de algo é necessário ter conhecimento. Quanto a Elomar, não sou nada a favor da forma como ele se comporta perante a mídia, mas tive oportunidade de conhecê-lo pessoalmente e posso dizer que mesmo fazendo concertos para a “elite” ele é um retrato do sertanejo. Ah! outro esclarecimento o concerto “lá na casa dos Carneiros” não estava lotado, é sempre bom checar informações para depois publicá-las, isso dá credibilidade ao texto.
Sou totalmente contra a idéia de que todo mundo tem que gostar do que é idealizado como cultura, mas respeitar a obra de quem não nos satisfaz artisticamente é essencial. Criticar artistas sem conhecê-los , ou mesmo criticar o fato de que as pessoas de V. da Conquista adorem quem quer q
esse menino é maluco, ridiculo.
Não sou a melhor pessoa para criticar ou elogiar Glauber, mesmo porque não conheço muito sua obra. Acontece que para falar mal (ou bem) de algo é necessário ter conhecimento prévio. Quanto a Elomar, não sou nada a favor da forma como ele se comporta diante da mídia, mas tive oportunidade de conhecê-lo pessoalmente e posso dizer que mesmo fazendo concertos para a “elite” ele é um retrato do sertanejo e sinceramente para dizer que algo é simplório ou não é preciso pelo menos saber algo a respeito. Ah! outro esclarecimento o concerto “lá na casa dos Carneiros” não estava lotado, é sempre bom checar informações para depois publicá-las, isso dá credibilidade ao texto.
Sou totalmente contra a idéia de que todo mundo tem que gostar do que é idealizado como cultura, mas respeitar a obra de quem não nos satisfaz artisticamente é essencial. Criticar artistas sem conhecê-los , ou mesmo criticar o fato de que as pessoas de V. da Conquista adorem quem quer que seja é uma atitude extremamente provínciana ( deixando claro que não tenho nenhum problema com provícias). È sempre bom ser cético com os outros, e melhor ainda ser cético consigo mesmo. Nem sempre estamos certos, ninguém é absoluto!
Mas enfim, artistas como Glauber, Elomar a talvez como você (se for um dia), não fazem suas obras para agradar ninguém.
Desculpas pelos 2 comentários… um foi postado sem ser terminado e sem querer!
Ô Igor, só uma dúvida, você realmente já assistiu algum filme de Godard ou ouviu na música “Eduardo e Mônica”, de Renato Russo, e pesquisou no google? Rs!
Igor, reservo-me o direito de discordar de quase tudo o que você escreveu. Claro que num artigo o autor tem toda a liberdade possível, mas creio que você poderia evitar os juízos de valor que surgem em vários trechos do texto. É impossível, por exemplo, afirmar que Glauber, ou quem quer que seja, tenha se esforçado para esquecer Conquista. Um outro deslize está em qualificar os versos de Elomar como “simplórios” e, mais adiante, reconhecer que “não sabe uma única música” do artista. Longe de mim querer me arvorar em defensor de Glauber ou Elomar. Jamais recebi nenhuma procuração de um ou outro para representá-los e falar por eles. Da mesma forma, você tem todo o direito de detestar ou não um artista. Acho apenas que, ao fazer isso, poderia se munir de argumentos mais consistentes.
Isso é á típica D.N.A. elevada! Danada Necessidade de Aparecer! Tem gente que precisa mesmo fazer polêmica para, assim, preencher o vazio interior…
É importante lembrar que cada um pensa o que quer e ninguém tem direito de impor ao outro o que pensar, mas Igor continua insistindo na falta de respeito e humildade, como eu já tinha escrito no comentário de “Então escrevem, jornalistas!”.
“Os conquistenses não nasceram para o tablado e tudo que se faz nesse sentido por aqui, é amador e enfadonho” - A pior de todas as barbaridades!
Enfim, sem muito me estender, tenho dois conselhos para dar:
o primeiro é pra toda a galera do primeiro semestre, que participa do Revertério: vcs deviam mesmo procurar outro ombudsman, pq esse aqui tem dando sinais de insanidade;
e o segundo é para todos os que estão revoltados com as barbaridades desse texto: perdoem o autor, ele não sabe o que diz….
Bem, é a primeira vez que visito o Revertério e realmente fiquei muito feliz por saber que o 1° semestre do curso de comunicação está à frente de uma iniciativa tão interessante. O site é bastante atualizado, bem variado e o layout é muito bom. Voltarei sempre ao endereço.
Em relação a Glauber e Elomar, concordo que algumas pessoas passem a reverenciá-lo de forma exagerada, uma espécie de supervalorização que tem a única pretensão de fazer com que seu interlocutor pareça culto. Só acredito que não seja o caso do público conquistense em geral porque a grande maioria das pessoas sequer conhece os dois artistas. Para alguns, a obra de Glauber é bastante chata e cansativa (não é para qualquer um mesmo), mas é inegável a importância de seus filmes para chacoalhar e inovar o cinema brasileiro tão acostumado às chanchadas popularescas (nada contra elas também). E se o Neo-Realismo e a Nouvelle Vague serviram de inspiação para o Cinema Novo, que bom, pois deu origem a um movimento revolucionário, mas com a nossa cara, e da forma que podíamos fazer na época, passando pelo pensamento e pela mente tumultuada de Glauber e de outros cineastas. Igual às escolas italiana e francesa que não podia ser. E desde quando a simplicidade é sinal de inferioridade? A música do Elomar (a qual já ouvi muita coisa e conheço algumas letras; tenho inclusive a discografia dele toda, se quiser te empresto), em minha modesta opinião, possui uma regionalismo misturado com um classicismo que se casa perfeitamente. Então, um é arojado demais e o outro bem simples. Qual seria o ideal então? De qualquer forma, é uma opinião sua com todo o direito dedefendê-la.
E que droga, nunca assiti nada do Goddard! Ainda.
HAHAHAHA
Na época dos perfis da vida, era melhor, fofaum! :D
Boa sorte nessa nova jornada, sabe-se lá de quê :)
vc tmbm acho os filmes dele chatos???
q bom, eu achava q era só eu q achava cansativo!
me sinto menos burra!!! hauhauhauhauau……
Rpz…
Tem pessoas que tem necessidade de inflar seu ego com ar, além de aparecer.
Existe uma mistura equivocada entre a vida privada, que nada me interessa, com a obra do autor, que pelo visto Igor não conhece nem faz questão de conhecer. A vida de Elomar parece um cordel?
Que bom…adoro cordeis…e você…já leu quantos cordeis?
Qual o problema no simplório? O que não é o caso de Elomar, que acho bom você escutar antes de escrever algo a respeito, para não ficar neste “achismo” baseado na impressão que você teve da impressão que terceiros tiveram das obras destes dois autores.
Só lhe falta uma coisa: um editor que corrija seus erros de português porque eles são muitos! [2]
VIVA o cinema do Gaguinho, sua bazuca, seus cenários!
Porque pra bom entendedor…
Por uma rua com o nome TONIS LIMA!
Onde morará Zeca Metal, André Cairo, Chiquinho de “Otamirano”, Gildásio Leite, Jeane Mary, Vadim Barreto, Jorge Bigode, Luizão, Cabeção da Alameda…
Ué, mas isso já virou uma cidade! Não é mais uma rua.
Mas vamos adiante…
Que Tico Oliveira seja o prefeito, Feitosa o xerife, e a gerência do Saloon fica por conta do Ornaldo Bracim.
Enquanto isso Wanderson do “É Bala” grita:
EXTRA!!! Antônio das Mortes acaba de sentar praça nas tropas do temido delegado.
Esse filme nem os fãs de Godard viram… Meu Deus, e quando isso acontecer, será que dormirão na metade?
Que me desculpe Lars von Trier mas sou mais a Gaguinhoville.
“Permancer no erro é burrice”. Já ouvi essa frase algumas vezes, e fico feliz que você também tenha ouvido isso antes! Quando li sua matéria pela primeira vez, um erro em especial me chamou muito a atenção, você chegou a afirmar que Aleijadinho era nordestino, me doeu na alma, mas ainda bem que você leu e ouviu seus “colegas” de classe e teve a “humildade” de editar a matéria e consertá-lo, e pelo que li agora, Aleijadinho nem é mais citado, mas tudo bem. Porém, alguém que se dispõe a escrever uma coluna de artes, deve ter alguns conhecimentos de mundo essenciais, como por exemplo conhecer melhor a arte nacional.
Só para retribuir: kkkkkkkkkkkkkk
Bem, da mesmo forma como você criticou um erro de português no textp “pare….e leia”, reconheça que errou em sua materia tembem. Acho que isso vai te fazer muito bem viu!
No mais nem preciso comentar suas loucuras.
acho que vc deveria olhar para os seus erros antes de apontar os erros doa outros.
mas ñ acho que deveria escolher outro ombudsman não.
apesar de tudo o que vc falou, acredito que vc possa melhorar.
e aprender a criticar com respeito aos seus amigos que afinal de contas fazem jornalismo ao mesmo tempo que vc.
Bom, ler uma crítica de alguém que assume não conhecer nenhuma música do artista criticado já é por si só algo inaceitável, mas esquecendo deste fato, vamos abrir uma janela aqui para o maravilhoso evento que foi o concerto “Lá na casa dos carneiros”, um concerto que contou com uma equipe de primeira, participaram do evento: Orquestra Lírica Mineira, Lucas D’oro, Xangai, entre outros, um evento realmente caro, devido ao custo dos artistas dos equipamentos entre outros fatores. Já tive a honra de assistir outros concerto de Elomar em palcos como o Teatro Municipal de Belo Horizonte, Teatro Tobias Barreto em Aracaju, teatros lotados em todas as apresentações. Elomar tem no seu curriculum 11 óperas;11 antífonas; 4 galopes estradeiros; 1 concerto de violão e orquestra; 1 concerto para piano e orquestra - composto e a ser partiturado; 1 pequeno concerto para sax alto e piano - composto e partiturado; 1 sinfonia - quase toda composta; 12 peças para violão-solo. Fez apresentações na Martinica e na Alemanha Ocidental, onde em 1986, sendo convidado para representar o Brasil no Festival Íbero-Americano, gravou o LP Dos Confins do Sertão, pelo qual recebeu da crítica daquele país, primeiro prêmio internacional. Tem recebido diversos convites para apresentações, na França, Inglaterra, Portugal.
Bom… bato no peito com orgulho e com conhecimento de causa que 70 reais pouco representa pela grandiosidade da obra, principalmente se comparar a outros eventos que ocorrem em nossa cidade e, eventos este que em nada contribuem para formação cultural, gostaria por último de lembrar que Elomar já fez várias apresentações gratuitas aqui na cidade e em diversas cidades brasileiras, embora ao meu ver deve-se cobrar, pois o artista vive da sua obra.
Por fim, gostaria que você, e todos que tiveram a oportunidade de ler esta matéria, possam ler também um texto através deste link : http://www.filologia.org.br/vicnlf/anais/parcela.html nele você poderá entender melhor o que chama de “Versos simplórios”.
Desculpe o texto mal redigido, pois não sou um profissional do jornalismo, nem aspirante de tal carreira. Votos de sucesso para seu trabalho.
Errata : Faltou um “s” leia: “Já tive a honra de assistir outros concertos de Elomar em palcos como …”
Só lhe falta uma coisa: um editor que corrija seus erros de português porque eles são muitos! [3]
tinha de ser Igor…. kkkkkk….. kkkkkkk….
se um dia vc mudar…. eu definitivamente vou para de falar com vc !!!!
kkkkkkk…..
Só lhe falta uma coisa: um editor que corrija seus erros de português porque eles são muitos! [4]
Falta um editor, falta uma pesquisa prévia, falta humildade, falta tanta coisa… mas sobra também… sobra ignorância, sobra soberba, sobra agressividade, sobra para um monte de gente que só disse a verdade…
além de pesquisar sobre godard no google depois que ouviu eduardo e monica, deu uma passadinha no wikipedia para descobrir que as influencias do cinema novo foram a nouvelle vague e o neo-realismo!
ahahahah!
bom igor ate que gosto de alguns dos seus textos ate mesmo de suas criticas…
mais olha esse foi realmente profundo…
poxa esperei mais de vc…
como vc mesmo gosta de falar….
mais mesmo assim parabéns nem ta de todo ruim ñ…
Você tem um estilo literário no mínimo interessante, mas acho que não sabe a diferença entre ser irônico e arrogante. Nem é por defesa sistemática à Glauber Rocha ou Elomar Figueira, mas ironia é arte para poucos, deboche é muito mais que uma crítica superficial de biografias de sites de busca, e, convenhamos, tudo que é de fora
é incontestável?
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